O silêncio da alma, você já sentiu sede e frio, calor e cansaço, e fome?
Nosso corpo Constantemente está enviando mensagens, sinais, comunicando com alertas ou com sensações sutis ou não tão sutis.
Nosso corpo Constantemente está enviando mensagens, sinais, comunicando com alertas ou com sensações sutis ou não tão sutis.
Quando as percebemos?
Imagine….(...).. Vamos nos remeter até um salão repleto de pessoas falando ao mesmo tempo ao fundo um som muito forte se mistura ao falatório, quase que ensurdecedor.
Seu telefone toca e vibra, então você, depois de tanta insistência percebe a vibração do telefone e atende a ligação.
Seu telefone toca e vibra, então você, depois de tanta insistência percebe a vibração do telefone e atende a ligação.
Embora, o som do telefone esteja no máximo e o interlocutor berre do outro lado da linha.
Não consegue escutar, precisa de mais silêncio, de um local com menos ruídos..
Que tipo de ruídos estamos produzindo ou mantendo em nossas mentes?
O quanto esses ruídos estão interferindo na nossa percepção, entendimento da comunicação do nosso próprio ser?
Esse é só um exemplo para ilustrar o quanto momentos de silêncio da alma são importantes.
É possível desacelerar?
É possível buscar o silêncio interior?
É possível abstrair dessa correria do dia-a-dia a ponto de encontrar um momento único de tranquilidade, serenidade, paz, tempo do Ser (você).
Se somos um ser biopsicossocial e espiritual , tomarmos consciência dessa dimensão pode contribuir positivamente na busca do autoconhecimento.
Corremos, corremos, corremos e corremos....sem parar, perdemos a percepção da própria vida.
Ok mas, não é assim que se deve viver a vida???
Vivendo ao máximo, cada momento, como se fosse o último de uma vida??
Como se não houvesse o amanhã???
Quem sabe mudando o enfoque o entendimento seja melhor:
E se modificássemos para:
Viver como se fosse o primeiro dia da minha nova vida…
O que tem de tão diferente nessa frase?… ocorre que nessa segunda garantimos o aproveitamento, mas resguardando o corpo a mente e o espírito para a graça de um novo despertar, respeitando os limites, curtindo a vida, mas com responsabilidade.
Os momentos de silêncio são benéficos em todos os aspectos. Pensar no que dizer antes de abrir a boca é a maior prova de que ele só nos beneficia.
Ser breve e preciso é um exercício que podemos colocar em prática.
Entrar em contato com o nosso Eu Interior e refletir sobre o que precisa ser dito ou resolvido.
“A dor é biologicamente necessária”, diz o neurocirurgião americano Frank T. Vertosick, autor do livro Why We Hurt (). “Ela nos protege, advertindo-nos quando
nossos limites e corremos risco de prejuízos.” Temida e detestada, a dor quase sempre é encarada negativamente. Embora, abra uma oportunidade para um contato mais profundo e verdadeira com nossa própria espiritualidade. A firmeza interior trabalhada na humildade permite o esclarecimento de que não sabemos tudo, que sempre estaremos em aprendizado, pois a Espiritualidade nos ensina que o aprendizado não tem fim, pois estamos sempre iniciando novas etapas, que devem ser ultrapassadas com muito respeito, amor, dedicação e perseverança.
nossos limites e corremos risco de prejuízos.” Temida e detestada, a dor quase sempre é encarada negativamente. Embora, abra uma oportunidade para um contato mais profundo e verdadeira com nossa própria espiritualidade. A firmeza interior trabalhada na humildade permite o esclarecimento de que não sabemos tudo, que sempre estaremos em aprendizado, pois a Espiritualidade nos ensina que o aprendizado não tem fim, pois estamos sempre iniciando novas etapas, que devem ser ultrapassadas com muito respeito, amor, dedicação e perseverança.

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