Tratamento


TRATAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS  

Não existe tratamento universal para as farmacodependências. Nenhuma modalidade terapêutica mostra-se claramente superior para todos os pacientes. Entretanto, existem alguns princípios comuns que devem estar presentes em qualquer abordagem terapêutica. O NIDA (National Institute on Drug Abuse) listou  13 princípios para o tratamento eficaz:    

        PRINCIPIO 1


Um único tratamento não é apropriado para todos os indivíduos. Combinar locais de tratamento, intervenção e serviços para os problemas e necessidades de cada indivíduo, em particular, é indispensável para o sucesso final, ao retornar para o funcionamento produtivo na família, local de trabalho e sociedade.




        PRINCIPIO 2


O tratamento precisa estar prontamente disponível. Pelo fato de que os indivíduos dependentes em drogas podem estar duvidosos quanto a iniciarem em tratamento, aproveitar as oportunidades quando eles estão prontos é fundamental. Candidatos potenciais podem ser perdidos se o tratamento não estiver imediatamente acessível.




        PRINCIPIO 3


Um tratamento eficaz é aquele que atende às diversas necessidades do indivíduos e não apenas ao uso de drogas. Para ser eficaz, um tratamento deve abordar o uso de drogas do indivíduo e quaisquer outros problemas associados: médico, psicológico, social, vocacional e legal.




        PRINCIPIO 4


O tratamento de um indivíduo e o plano de serviços devem ser continuamente avaliados e modificados quando necessário para garantir que o plano atenda às necessidades mutáveis da pessoa. Um paciente pode precisar de combinações variadas de serviços e componentes de tratamento durante o curso da terapia e recuperação. Além de aconselhamento ou psicoterapia, um paciente às vezes pode requerer medicação, outros serviços médicos, terapia familiar, instruções aos pais, reabilitação vocacional, serviços legais e sociais. É fundamental que a abordagem do tratamento seja apropriada à idade, gênero, etnia e cultura do indivíduo.




        PRINCIPIO 5


A permanência no tratamento por um período adequado de tempo é essencial para sua eficácia. A duração apropriada para um indivíduo depende de seus problemas e necessidades. Pesquisas indicam que para a maioria dos pacientes o limiar de melhoria significativa é alcançada com 3 meses de tratamento. Após alcançar esse limiar um tratamento adicional pode produzir mais progresso rumo à recuperação. Devido ao fato de as pessoas com freqüência deixarem o tratamento prematuramente os programas devem incluir estratégias para envolver e manter os pacientes.




        PRINCIPIO 6


Aconselhamento (individual ou em grupo) e outras terapias comportamentais são componentes cruciais para um tratamento eficaz. Em terapia os pacientes mencionam temas como motivação, aquisição de habilidades para resistir ao uso de drogas, substituição de atividades que não impliquem em uso de drogas e melhoria de habilidades para resolver problemas. A terapia comportamental também facilita relações interpessoais e a habilidade do indivíduo para atuar em família e na comunidade.




        PRINCIPIO 7


Medicações são um elemento importante no tratamento de vários pacientes, especialmente quando combinadas com aconselhamento e outras terapias comportamentais. Naltrexona é uma medicação eficaz para alguns pacientes com dependência de álcool. Para pessoas dependentes de nicotina, um produto de substituição da nicotina (tais como adesivos ou gomas) ou uma medicação oral (Bupropiona) pode ser um componente eficaz no tratamento. Para pacientes com distúrbios mentais, tanto os tratamentos comportamentais quanto os medicamentos podem ser de fundamental importância.




        PRINCIPIO 8


Indivíduos com distúrbios mentais que sejam dependentes das drogas devem ser tratados de maneira integrada de ambos os problemas. Pelo fato de distúrbios mentais e de dependência freqüentemente ocorrerem no mesmo indivíduo, os pacientes que apresentarem ambas as condições devem ser avaliados e tratados pela recorrência de outro tipo de distúrbio.




        PRINCIPIO 9


Desintoxicação é apenas o primeiro estágio do tratamento e isolada contribui pouco para mudança do uso de droga a longo prazo. Desintoxicação sob assistência médica administra com segurança os sintomas físicos agudos de abstinência associada à interrupção de uso de droga. Embora a desintoxicação sozinha seja raramente suficiente para auxiliar atingir abstinência por longos períodos, para alguns indivíduos é um precursor fortemente indicado em tratamento eficaz das drogas.




        PRINCIPIO 10


O tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz. Uma forte motivação pode facilitar o processo do tratamento. Sanções ou carinho na família, estabelecimento de emprego ou o sistema de justiça podem aumentar significativamente tanto a entrada no tratamento quanto índices de retenção e o sucesso de intervenções no tratamento da dependência química. Pode-se inclusive recorrer a internações involuntárias para forçar o paciente a se tratar. Para isso é necessário uma indicação médica precisa.


        PRINCIPIO 11




O possível uso de drogas durante o tratamento deve ser monitorado continuamente. Lapsos de uso de uso de drogas podem ocorrer durante o tratamento. O objetivo do monitoramento do uso de álcool e outras drogas por parte de um paciente durante o tratamento, através de exames de urina, pode ajudar o paciente a resistir ao uso de drogas. Tal monitoramento também pode proporcionar evidência concreta de uso de droga a fim de que o plano de tratamento do indivíduo possa ser ajustado. Feedback a pacientes que apresentarem resultado positivo ou negativo quanto ao uso de droga é um elemento importante de monitoramento.


        PRINCIPIO 12




Programas de Tratamento devem proporcionar avaliação para AIDS/HIV, Hepatite B e C, Tuberculose e outras doenças. Aconselhamento pode ajudar pacientes a evitarem comportamento de risco. Pode também ajudar pessoas que já estejam infectadas a lidarem com sua doença.


        PRINCIPIO 13


A recuperação do Dependente Químico pode ser um processo a longo prazo e freqüentemente requer vários episódios de tratamento. Tal como outras doenças crônicas, recorrências ao uso, de drogas podem acontecer durante ou após episódios de tratamento bem sucedidos. Indivíduos podem requerer tratamento prolongado e vários episódios de tratamento para atingir abstinência a longo prazo e restaurar funcionamento pleno. A participação em programas de apoio, de auto-ajuda, durante o tratamento é sempre útil na manutenção da abstinência.  


Motivação para mudança


Uma variável significativa para o sucesso da abordagem do dependente químico é a avaliação continuada do estágio motivacional. Um paciente pouco motivado, graças a disponibilidade e informação de boa qualidade inteligível, pode avançar para a ação diante de seus problemas. Contudo, esse mesmo paciente motivado a mudar pode recuar para uma atitude de marcada indiferença às consequências de seu uso de álcool, tabaco e outras drogas. Essa variação de motivação contribui para que familiares e clínicos tenham intenso rechaço pelo dependente químico. A mera confrontação do dependente químico diante do seu histórico de problemas relacionados ao uso de drogas costuma produzir resultados muito inferiores ao da abordagem que leva em conta a ambivalência do indivíduo diante da contingência de ter de mudar seu estilo de vida.


Uma vez conquistada a abstinência ou mesmo um uso eventualmente não problemático das substâncias de eleição do dependente químico, ele e sua família terão a longo prazo o desafio de afastar as recaídas. Estas, quando ocorrem não devem levar todos a pensar que tudo foi perdido. Cada dia ganho em abstinência é em si irreversível, uma conquista definitiva a ser perpetuada em mais dias de igual sucesso. Pensar em um plano para as próximas 24 horas é uma estratégia clínica de enorme peso. Costuma, aliás ser a grande meta nas abordagens dos grupos de auto-ajuda, como AA e NA.

Fontes de informação sobre álcool, tabaco e outras drogas ou substâncias psicoativas:
         
        1.     ABEAD Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas

Você como parte do Todo

Mensagem do grupo Reviver

Reviver entre tantas memórias, sentimentos e significados do Natal vou me ater a um puro e simples que vai muito alem de cresças e costumes.
O Natal nos conduz a um sentimento de nascimento, de  e onde: E esse entendimento tem tudo haver com o nosso grupo e tantos outros grupos Mundo a fora que prestam o serviço voluntário ou não.
Entretanto falarei apenas do nosso grupo  "Reviver"  aqui encontramos ou simplesmente resgatamos um Eu ao qual já não tínhamos mais contato. Recebemos a oportunidade de renascer, despertar,  redescobrir possibilidades de encontrar novos caminhos, novas conquistas, novas formas de Amar e se Amar.
Vislumbramos um futuro melhor, reconhecemos a necessidade de preparação e organização.
Passamos a entender o significado da palavra "atitude", e colocamos em pratica transformando o conhecimento em e vivencia.
Através do lema ".. Só Por Hoje..." passamos a viver um dia de cada vez sem culpa, continuamos amando, porém sem mais aquela necessidade de aceitar as coisas erradas que a pessoa amada faz, seguimos na busca por uma transformação no presente, que sim pode ter uma base construida no passado, mas que verdadeiramente pode servir de suporte para uma nova construção ou reconstrução.
Vivenciamos a importancia do Apoio Mútuo e a importancia da familia.
Nos sentirmos parte dessa Grande Familia é parte da nossa própria evolução nessa caminhada. Participe mais, contribua mais o grupo é de todos e para todos que querem e buscam ajuda.
O nosso muito obrigado a todos que participam ou participaram em algum momento trazendo sua presença como forma de apoio, todos  que contribuem de todas as formas para que o grupo siga firme na busca do seu objetivo, principal, que é prestar apoio mútuo a todas as pessoas que chegam até ele.

😉🙋

11o Princípio do Amor Exigente

3ª SEMANA: “A EXIGÊNCIA OU DISCIPLINA E VOCÊ”

Exigência ou disciplina em nível bem extenso.

                 Pense agora no seu ambiente de trabalho, na comunidade (Igreja, clube, moradores do bairro, escola) e:

                 – Como atuar organizando regras e definindo limites que protejam a todos e faça com que as pessoas aprendam a respeitar para serem respeitadas.

                 -Assistimos em todo lugar: ceder, deixar fazer, não dizer não. Realmente é muitíssimo mais fácil

                 Amar, exigir, educar preparando para ávida é que é um grande desafio… Porém, é a coluna mestra do AE. “Amamos você, mas não aceitamos o que está fazendo”.

Continuação

Grupo de auto ajuda 

Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA) são grupos de ajuda mútua formados por voluntários. Homens e mulheres dependentes de drogas se reúnem para discutirem seus problemas, dificuldades e sucessos. Os AA e outros movimentos (NA inclusive) tratam o alcoolismo e outras dependências baseando-se no princípio dos 12 passos. Um dos princípios mais valorizados por estes grupos é o anonimato. O serviço é gratuito. 

Médico 

Geralmente o médico procurado pelas pessoas que sofrem de problemas com álcool e outras drogas é um psiquiatra. Você pode perguntar: Psiquiatra? Um dependente então é louco? A resposta é muito simples. Muitas vezes o dependente de drogas sofre também de doenças psiquiátricas como: depressão, transtorno de ansiedade (fobia e pânico, por exemplo), hiperatividade... O psiquiatra é então o médico mais indicado para tratar dessas doenças. Inclusive, o tratamento destas ajuda muito na recuperação do dependente. A atuação dele também é focada nas questões gerais de saúde. Solicita exames, prescreve medicações, trata dos sintomas (exemplo), encaminha para outras especialidade, acompanha o desenvolvimento, etc. 

Psicológico 

O psicólogo trabalha mais as questões relacionadas ao comportamento, às emoções, à motivação, aos relacionamentos sociais (trabalho, casamento, família, amigos) e em como cada um desses aspectos relaciona-se com o uso de substâncias. Ele tem um papel fundamental no sentido de auxiliar a pessoa a encontrar alternativas para lidar com a vida sem drogas. Cabe também a esta especialidade a terapia familiar, geralmente conduzida por outro profissional da equipe que não aquele que atua diretamente com o paciente. 

Orientação e Terapia familiar 

Este tipo de intervenção muitas vezes é indispensável. Ela ajuda os familiares a reavaliarem sua postura frente a pessoa dependente química. Além disso, é uma forma dos familiares receberem apoio e amparo. 

Internação em Pronto Socorro 

Está é recomendada nos momentos de intoxicação, agressividade e na síndrome de abstinência. Essa internação é em geral de no máximo 24 horas, podendo ser prolongada caso seja avaliada a necessidade de internação para tratamento dos sintomas da síndrome de abstinência, da dependência ou de outras doenças relacionadas. 

Internação em Hospital 

Muitas pessoas (pacientes, familiares e mesmo profissionais de saúde) acreditam que a internação é o melhor ou o único tratamento, e que o paciente estará curado ao receber alta. Isso não é verdade. A internação é apenas uma parte do tratamento que pode até não ser necessária. Basicamente, os resultados de uma internação são a melhoria das condições gerais de saúde do paciente (alimentação, sono, etc.), a desintoxicação com supervisão médica, e a aplicação de medicamentos para alívio dos sintomas da síndrome de abstinência. Desintoxicar significa eliminar a droga do organismo e não remover a dependência. A internação é uma opção bastante adequada nas seguintes circunstâncias: a) quando existe o risco da suspensão do uso da substância gerar uma síndrome de abstinência grave; b) quando a pessoa deseja ser internada; c) quando o uso de substâncias está associado a sintomas psiquiátricos, tais como psicoses, agitações intensas, comportamentos agressivos ou risco de suicídio. 

Tratamento Ambulatorial 

Neste a pessoa fica em casa, medicado para alívio e controle dos sintomas de abstinência (quando necessário), mantém suas atividades, e faz visitas freqüentes a um ambulatório especializado para acompanhamento terapêutico, no qual ela tem consultas com o médico e com o psicólogo. A grande vantagem deste tipo de acompanhamento é que a pessoa continua em seu ambiente social, sem interromper suas atividades (sendo necessário um período de readaptação) e têm chances de experimentar e enfrentar as situações de risco e as "fissuras" no seu cotidiano. 

Internação em Comunidade Terapêutica 

Geralmente é um lugar (uma fazenda ou um sitio) onde as pessoa ficam internadas por vários meses (de três a nove). A recuperação baseia-se no trabalho, na religião e em grupos de auto-ajuda. O problema deste tipo de intervenção é similar ao da internação, a pessoa fica isolada de sua vida cotidiana e tem grandes chances de recair ao sair e enfrentar a realidade de sua vida. 

O tratamento mais indicado surge após algumas conversas e tentativas, e envolve a participação do dependente, da família e da equipe de profissionais responsável. 

Dúvidas frequentes

Ref. Albert ainsten sociedade
Soc. Beneficente israelita brasileira
Gostaria de saber quais os tipos de tratamentos para dependentes químicos? 
Os principais tipos de tratamento disponíveis para dependência química são: médico; psicológico; grupos de auto-ajuda (como "Alcoólicos Anônimos" e "Narcóticos Anônimos"); e comunidades terapêuticas. Alguns pacientes se beneficiam mais de um determinado modelo de tratamento do que outros. Não existe uma forma de tratamento que seja universalmente a melhor. Um mesmo indivíduo pode tentar diferentes caminhos até encontrar o mais eficaz para si. De qualquer forma, a capacitação técnica dos profissionais envolvidos é essencial para obter-se resultados positivos. Os tratamentos que têm se mostrado mais eficazes, na maior parte dos casos, são aqueles que utilizam abordagens multiprofissionais. 

Diferenças entre as Metanfetaminas e a Cocaína

Diferenças entre as Metanfetaminas e a Cocaína e danos ocasionados pelo seu consumo. Apesar de tanto as metanfetaminas quanto a cocaína serem psicoestimulantes elas se comportam de maneiras diferentes a nível celular. As metanfetaminas estimulam a produção de dopamina e também são, por si próprias, semelhantes ao neurotransmissor. Já a cocaína é, principalmente, um inibidor da recaptação da dopamina. No final das contas ambas as drogas causam o mesmo efeito, porém a metanfetamina têm um potencial de danos aos neurônios maior e mais rápido. Estudos realizados com cobaias demonstram que um só episódio de consumo de metanfetamina, em altas doses, pode causar grandes danos permanentes nas células nervosas. Isso se deve tanto ao mecanismo de atuação a nível celular como ao fato de que as metanfetaminas demoram muitíssimo mais do que a cocaína para serem metabolizadas e excretadas do corpo. Além disso as metanfetaminas são muito perigosas para o sistema vascular. Estes danos são principalmente casados pela rápida alta da pressão sangüínea que pode levar a microderrames no cérebro e danos as veias e artérias. Mais freqüentemente do que outras drogas, os usuários de metanfetaminas relatam episódios de paranóia, anorexia, ansiedade crônica, etc.. – especula-se que estes efeitos são relacionados a longa duração dos efeitos da droga. Os sintomas psicóticos muitas vezes persistem mesmo após anos de abstinência.
Ref. Dr Drauzio v.

É Doença ou falta de vontade?

Drauzio – É por isso que a medicina classifica a dependência química de modo geral como doença? Ronaldo Laranjeira – Atualmente a tendência é classificar a dependência como uma doença do cérebro. Embora seja uma doença multifatorial, existe um componente cerebral muito importante para ser abordado durante o tratamento. Achar que a pessoa é
dependente porque é fraca, não tem força de vontade é minimizar o problema. Às vezes, ela não consegue lidar com o apetite exagerado pela cocaína por causa do impacto biológico que sofre. Em síntese, a dependência é o desenvolvimento de um apetite específico sobre uma substância. No tratamento, a pessoa precisa aprender como domar esse desejo exacerbado. Por isso, é de extrema importância desenvolver medicações que diminuam esse apetite pelo uso da cocaína e façam com que a força de vontade e a pressão psicológica para suspender seu uso se manifestem de forma mais tranquila.

Crack

Drauzio – Qual o mecanismo cerebral que transforma a cocaína no interesse maior na vida das pessoas? Ronaldo Laranjeira – Em nosso cérebro existe um sistema de recompensa que é o núcleo do prazer. Quando a pessoa come, dorme, tem relações sexuais – o repertório é muito grande – ativa esse sistema biológico. Ao longo de milhares e milhares de anos de evolução, ele foi desenvolvido como forma de preservar a espécie e o indivíduo. Por isso, a tendência é repetir os comportamentos que trazem prazer. Drauzio – Na verdade, o cérebro acha que tudo o que dá prazer é bom para o organismo. Ronaldo Laranjeira – De certa forma, é bom mesmo, pois resulta de um mecanismo protetor. Graças a ele, os homens aprenderam a comer, a ter relações sexuais, a abrigar-se do frio. O problema é que as drogas, especificamente a cocaína, utilizam esse mecanismo biológico e deturpam a fonte natural do prazer, fazendo com que a pessoa repita seu uso não se importando com o que lhe possa acontecer. A tendência do usuário de cocaína, mais do que o das outras drogas, é negligenciar todas as outras fontes de prazer. Às vezes, ele para de comer, de ter relações sexuais, de trabalhar. Hoje se considera a dependência de maneira geral, e particularmente a de cocaína, uma doença cerebral, uma vez que o dependente usa a droga de forma deletéria para o cérebro. Drauzio – No cérebro, quais são os circuitos fundamentais da ação da cocaína? Ronaldo Laranjeira – A cocaína age sobre três pontos: o tronco cerebral, o núcleo-acubens e sobre a região do córtex cerebral pré-frontal, a mais importante de todas. A sensação de prazer tem conexão com o pensamento. Não é só uma sensação visceral, de prazer físico. É também um prazer cerebral. Por isso, o usuário de cocaína pensa que tem controle sobre a busca do prazer – “Não uso cocaína porque sou dependente; uso porque quero essa fonte de prazer”. Ele deturpa seu pensamento em função de uma necessidade mais primitiva, ou seja, a busca do prazer rápido e imediato que a cocaína proporciona. Envolvido por esse processo incessante, desenvolve uma doença chamada dependência química. Muitos de seus comportamentos vão ser explicados pelo mecanismo biológico que perpetua o uso da droga, embora haja fatores sociais e de facilidade de oferta que também interferem.

Abstinência do Álcool

Os sintomas e sinais variam também quanto à intensidade e à gravidade, podendo aparecer após uma redução parcial ou total da dose usualmente utilizada, voluntária ou não, como, por exemplo, em indivíduos que são hospitalizados para tratamento clínico ou cirúrgico. Os sinais e sintomas mais comuns da SAA são: agitação, ansiedade, alterações de humor (irritabilidade, disforia), tremores, náuseas, vômitos, taquicardia, hipertensão arterial, entre outros. Ocorrem complicações como: alucinações, o Delirium Tremens (DT) e convulsões.

A primeira vez

Diferenças entre as Metanfetaminas e a Cocaína e danos ocasionados pelo seu consumo. Apesar de tanto as metanfetaminas quanto a cocaína serem psicoestimulantes elas se comportam de maneiras diferentes a nível celular. As metanfetaminas estimulam a produção de dopamina e também são, por si próprias, semelhantes ao neurotransmissor. Já a cocaína é, principalmente, um inibidor da recaptação da dopamina. No final das contas ambas as drogas causam o mesmo efeito, porém a metanfetamina têm um potencial de danos aos neurônios maior e mais rápido. Estudos realizados com cobaias demonstram que um só episódio de consumo de metanfetamina, em altas doses, pode causar grandes danos permanentes nas células nervosas. Isso se deve tanto ao mecanismo de atuação a nível celular como ao fato de que as metanfetaminas demoram muitíssimo mais do que a cocaína para serem metabolizadas e excretadas do corpo. Além disso as metanfetaminas são muito perigosas para o sistema vascular. Estes danos são principalmente casados pela rápida alta da pressão sangüínea que pode levar a microderrames no cérebro e danos as veias e artérias. Mais freqüentemente do que outras drogas, os usuários de metanfetaminas relatam episódios de paranóia, anorexia, ansiedade crônica, etc.. – especula-se que estes efeitos são relacionados a longa duração dos efeitos da droga. Os sintomas psicóticos muitas vezes persistem mesmo após anos de abstinência.
Ref. Dr Drauzio v.

A maconha


O usuário de maconha ao deixar a droga poderá sentir irritabilidade, perda de apetite e variações de humor. Segundo os cientistas, os usuários regulares de maconha, ao serem convidados a deixar de usar por 2 semana, sofreram de sintomas e comportamentos de irritação, falta de memória, dificuldade de concentração, etc.. causando prejuízo na esfera pessoal, acadêmica e profissional deles. Entre os sintomas estão a irritabilidade, dificuldades para dormir, alterações no humor e a perda do apetite. Já os mais graves, como a depressão, afetam usuários que são mais dependentes da droga, de acordo com o Daily Mail. O estudo, feito com 49 consumidores em busca de tratamento, mostrou que alguns sintomas que aparecem durante a abstinência podem levar o usuário a uma recaída. De acordo com a revista Plos One, os investigadores explicam que a retirada da maconha altera o funcionamento do corpo que está ligado às atividades diárias normais, levando o usuário a uma recaída. Cientistas descobriram que usuários de maconha passam por experiências desagradáveis, como confusões, alucinações, ansiedade e paranoia. O uso a longo prazo pode causar a perda da motivação e a depressão. Outras pesquisas recentes mostram que a droga pode ser uma das principais causas de doenças psicóticas, como a esquizofrenia em pessoas que são geneticamente vulneráveis à doença. Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas

Cocaína

Como age a abstinência da cocaína no cérebro?
A cocaína bloqueia o efeito de recaptação dos neurotransmissores nas sinapses e, desta maneira, cria um excesso de neurotransmissores à disposição dos receptores pós-sinápticos. A consequência disso é uma sensação de magnificência, euforia, prazer e excitação sexual. Uma vez realizado esse bloqueio os neurotransmissores não são recaptados e ficam, portanto, livres no cérebro até que a cocaína deixe de estar circulante. A presença mais prolongada da dopamina no cérebro parece ser a causa dos sentimentos de prazer associados com o uso da cocaína. O uso prolongado da cocaína faz com que o cérebro se adapte a ela. Se o indivíduo interromper o uso da cocaína, a dopamina existente não será suficiente para manter esses efeitos e ele experimentará sentimentos opostos ao prazer. Quando se pensa que ocorrem cerca de trilhões de trocas neuroquímicas por minuto pode-se imaginar a dificuldade de abstinência da droga.

Fatos da vida.


quem perca tempo mergulhado na raiva no rancor na crença de ser impossível perdoar até mesmo uma existência inteira sem ao menos procurar trabalhar esse sentimento e seguir em frente buscando algo mais positivo que traga mais paz e entendimento. Esse mesmo véu da ignorância e insensatez mascará nossa própria situação como seres humanos,  tornando imperceptível o quando a impossibilidade de perdoar é tão dolorida fugaz quanto a capacidade de perdoar a si mesmo.  Esperar que o tempo resolva pode adiar para um tempo que não existirá, mas a nossa própria consciência sim, estará sempre ali a espera do nosso próprio reconhecimento.
Os principais valores da  vida são da vida e não para vida e esses são humanos e não monetários.

Espiritualidade-2

Então, o que seria essa nutrição espiritual já que se está falando em paralelo?

Quando nos encontramos desnutridos espiritualmente facilmente nos vimos acometidos por problemas emocionais tamanha nossa fraqueza, e isso é facilmente identificado (falta de paz interior, insatisfação com a vida, buscando a felicidade em direções pouco corretas, culpando sempre os outros, seu destino, Deus, as supostas injustiças, o Mundo. No entanto não da um passo na busca da sua realização pessoal e espiritual.
É mas assim como o pão de cada dia não chega até nós sozinho esse alimento espiritual deve ser buscado tornar-se um hábito fazer parte do nosso dia a dia.
Ao digerirmos refletindo e meditando sobre o que ouvimos ou lemos poderemos na medida  do nosso entendimento colocarmos em prática os ensinamentos refletindo e questionando. A espiritualidade abre a mente não a fecha sobre verdades absolutas. Ela  nos possibilita encontrar nosso eu interior dando a chance de desfrutar de descobertas sobre nos mesmos e que algo mude para melhor no nosso interior (íntimo).
Veja bem a nutrição espiritual consiste em falar com pessoas corretas que saibam e tenham mais conhecimento que nós sobre nossas dúvidas, ouvir palestras,ler livros, conversar, dialogar, questionar e meditar e Prece.
Mais adiante falaremos sobre essa diferença de Prece e meditar, talvez você já saiba.

Espiritualidade-1

Espiritualidade tem haver com: Autoconhecimento, Meditação e Prece.

Não há como falar de espiritualidade sem falar em autoconhecimento a caminhada em busca do autoconhecimento andará junto com a elevação do nosso pensamento há uma força superior.

Cabe um paralelo com a nutrição do nosso corpo físico e espiritual, sim físico porque é nossa matéria palpável e que possui densidade.

Muito do nosso bem estar tem relação com a forma que nutrimos e mantemos nosso corpo físico.

Para que tenhamos energia necessitamos de alimentos com propriedades fundamentais para manter nosso corpo equilibrado, onde a falta de nutrientes nos causam problemas de saúde através do desequilíbrio consequência da fata de nutrientes (vitaminas e sais minerais).

Resumidamente quando não nutrimos nosso corpo ele passa a sofrer dos males comuns (fraqueza, gripes,resfriados ... Etc).

Mas, como o meu intuito é fazer um paralelo entre nutrir nosso corpo e nutrir nosso cuidar do lado espiritual irei explanar um pouco sobre esse assunto convertendo palavras em busca de um  despertar espiritual através do conhecimento e entendimento.

Padre haroldo

PROGRAMA APRENDER MAIS DO INSTITUTO PADRE HAROLDO FAZ 20 ANOS  Uma vida digna e com perspectivas de futuro. Essas são algumas das possibilidades oferecidas a jovens com idades entre 6 e 24 anos em situação de vulnerabilidade social, por meio do Programa Aprender Mais, um dos projetos desenvolvidos pelo Instituto Padre Haroldo. O Programa de Prevenção e de Profissionalização de Jovens completa 20 anos no próximo dia 26 com mais de 5 mil pessoas beneficiadas. A data será lembrada com festa e apresentação dos alunos. Atualmente, 200 crianças e adolescentes são atendidos por meio das oficinas, cursos profissionalizantes e atividades recreativas. O programa foi desenvolvido a partir da necessidade crescente não só de oferecer a chance de tratamento para usuários de álcool e de drogas, mas de criar oportunidades que levassem os jovens em situação de vulnerabilidade social a se manterem distantes desse universo e de suas consequências, como afirma Maria Lúcia Costa, gestora técnica do Aprender Mais. “Do lado de fora, a sociedade pensa que a entidade se limita ao amparo a usuários de drogas, que precisam de atenção especial, e desconhece que a instituição se transformou e investe para garantir vida digna a centenas de crianças e jovens num trabalho de Prevenção para uma Vida Saudável.” O programa é oferecido no período do contraturno escolar dos alunos de 6 a 14 anos, ocupando o tempo ocioso desses jovens com atividades socioeducativas e de convivência. Derick Cerqueira, de 12 anos, mora no Jardim Líria e está no projeto Aprender Mais há três anos. No espaço, ele já teve aulas de inglês, e agora participa das aulas de percussão, acrobacias e pratica esporte. Ele conta que além de aprender se diverte muito. “Gosto daqui porque em vez de estar em casa sem fazer nada fico com os meus amigos e professores que eu gosto bastante”, conta. Antes dele, seus dois irmãos mais velhos passaram pelo projeto. Aos 11 anos, a pequena Caroline Simione tira suas primeiras canções do violão e vai se apresentar ao lado do irmão Richard no dia da comemoração dos 20 anos do projeto. “Eu adoro estar aqui. Gosto muito das oficinas de dança e de violão. Eles também nos ensinam a ficar longe das drogas e nos ajudam a ter uma vida melhor. Meu irmão mais velho estudou aqui e hoje já trabalha”, conta. Segundo Maria Lúcia, a equipe do Aprender Mais trabalha as habilidades globais dos alunos de maneira lúdica, prazerosa e descontraída, identificando suas habilidades e potencialidades. Os jovens com idades de 15 a 24 anos, que estão na faixa considerada de maior exposição ao álcool e drogas, participam das atividades de iniciação profissional. Esse projeto também é estendido a familiares. Entre as atividades desenvolvidas estão artes circenses, jardinagem, fotografia, artes, violão, flauta, percussão, esportes, inclusão digital. Também são oferecidos cursos de camareira, porteiro, de higiene e manipulação de alimentos e manicure. Os cursos de iniciação profissional têm certificação da Escola Senai e Centro de Educação Profissional de Campinas (Ceprocamp) e APAS. O programa abrange a região Leste de Campinas. Ao longo desses 20 anos, o Aprender Mais já vem colhendo muitos frutos. Um caso que enche a instituição de orgulho é o de Israel Ribeiro de Jesus Gomes, de 24 anos, que ingressou no projeto em 2007, quando fez o curso de Informática. Logo depois, cursou o profissionalizante em Panificação e participou de diversas palestras que o auxiliaram em seu caminhar profissional. Israel conseguiu ingressar em um curso técnico da Escola Bento Quirino e, por meio de concurso, passou em um estágio na Prefeitura. "Meu currículo foi todo montado a partir do projeto do Padre Haroldo. Tive um apoio profissional e fui direcionado. Acredito que se não tivesse passado por lá, minha vida seria bem diferente" , conta o jovem. Acesse: www.padreharoldo.org.br  Clique aqui se não quiser mais receber nossas mensagens. --  

A Crise

Falando um pouco do nosso Principio atualmente sendo estudado A crise.

Estamos aprendendo que aprender a administrar a crise nos traz um ganho emocional e na pratica contribui  com o atingir as nossas metas positivas em busca de uma qualidade de vida.
Mas  é preciso ter autoestima  aquela que diz a nós mesmos:

 #administraracrise
Use frases como:
Eu me garanto;
Eu me Banco;
Eu me apoio;


Opte por escolher ser feliz simplesmente por:
Ser  Você;
Por estar Vivo;


Por ser um ser humano vivendo e aprendendo sobre essa humanidade conscientemente.
Ser feliz mais do que qualquer coisa é uma escolha, uma escolha responsável.


Temos o poder da escolha, logo somos responsáveis por nossas escolhas, responsáveis por tudo aquilo que sentimos e por aquilo que nutrimos em  nosso pensamento.

Talvez você se pergunte, Será?  Talvez não... Acho que não.


Bom é possível que você não saiba, mas para a vida não faz a menor diferença você saber ou não.

Mesmo que venhamos a escolher não escolher... Ela já foi feita.


Na vida temos caminhos e caminhos, e cada um de nós esta fazendo o seu,  e acredite por Escolha.

Não é a toa que  nos nossos estudos no amor exigente trabalhamos o “EU”  o “Eu e os outros”, sobretudo somos instigados a fazer um exame sobre nós mesmos, encontrando nossas principais características positivas e/ou negativas, que podem contribuir ou atravancar nossa busca por uma qualidade de vida.
 

Se você não esta satisfeito com a vida que vem levando comece a busca por mudanças em você mesmo (a).

Acredite nessa possibilidade, Acredite é possível mudar!

Podemos pensar.. –Eu apenas sinto e pronto!
 

Infelizmente esse “Sinto e pronto” não nos educa,  e nos leva a sofrer as consequências desse fato;
 

Por exemplo, quando estamos em um momento de crise você pode sentir raiva... já parou para pensar em como fica o seu sistema? Mais adrenalina na sua corrente sanguínea, maior estado de alerta, maior frustração...  Você faz suas escolhas.. Você resolve.

Como você lida com toda essa energia, é o momento de aprendermos a lidar com a crise a saber administra-la, aproveite para rever o que estudou na semana anterior e veja o que será trabalhado na próxima semana, prepare-se, assuma as rédeas da sua mudança.

O que achas de você dar as mãos a você mesmo e escolher ser feliz em si mesmo.

8º Princípio do Amor Exigente.

Gerando mais e mais problemas, não é diversão

Começa hoje Quinta (13), no STF (Supremo Tribunal Federal) julgamento que definirá se é crime possuir ou consumir drogas, o dilema que tramita desde 2011 terá impacto direto em outros 96 processos que aguardam posição do tribunal.

Hoje em dia quem for flagrado portando para si ou outrem e consumir drogas é considerado crime, e está sujeito á penas que incluem advertência, prestação de serviços  à comunidade ou medida educativa. O individuo responde em liberdade, mas se condenado perde a condição de réu primário.

O que o supremo (STF) vai julgar?

Os ministros do STF irão decidir se é constitucional o artigo 28 da lei 11.343/06, que criminaliza o porte pessoal de entorpecentes.

CAPÍTULO III

DOS CRIMES E DAS PENAS

Art. 27.  As penas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo, ouvidos o Ministério Público e o defensor.

Art. 28.  Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:

I – advertência sobre os efeitos das drogas;

II – prestação de serviços à comunidade;

III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

1o Às mesmas medidas submete-se quem, para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica.2o Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.3o As penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 5 (cinco) meses.4o Em caso de reincidência, as penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 10 (dez) meses.5o A prestação de serviços à comunidade será cumprida em programas comunitários, entidades educacionais ou assistenciais, hospitais, estabelecimentos congêneres, públicos ou privados sem fins lucrativos, que se ocupem, preferencialmente, da prevenção do consumo ou da recuperação de usuários e dependentes de drogas.

Assim, quando uma pessoa é detida por porte de drogas, o enquadramento como tráfico ou consumo costuma ser feito pelo delegado. Decisão final é da justiça.

Por que a lei esta sendo contestada?

A Defensoria pública, que entrou com recurso extraordinário contra a condenação de um réu em Diadema (Grande São Paulo), sustenta que a pena criminal fere os princípios da intimidade e da vida privada, previstos na Constituição

o que diz o artigo 5°: ‘São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas’

Caso mude a legislação será alterada as penas por drogas

Quase um terço da população carcerária está presa, por portar ou consumir drogas.

Caso o supremo decida a favor da descriminalização das drogas, o judiciário irá inundar com pedidos de revisões criminais, pois um terço dos presos em nosso sistema prisional, tem envolvimento em algum momento com drogas.

Além de julgar se descriminaliza ou não o uso e porte de drogas o supremo irá discutir parâmetros para diferenciar usuários de traficantes.

Segundo o Ministério da Justiça, de um total de 607 mil presos no país, 27% estão detido por causa de crimes tipificados na Lei Antidrogas.

Coragem

Como Ter Coragem
A coragem é considerada por muitos umas das mais importantes fundações da humanidade. Psicólogos modernos consideram  entre as virtudes fundamentais.

Precisamos aprender a ser corajoso.
E isso  significa fazer as coisas apesar do medo. Então não lute contra o medo.
Sobre o medo os psicólogos dizem que:
O medo é um comportamento adquirido, baseado na química de nosso cérebro, mas fortalecido pelo mundo à nossa volta que nos treinou para termos medo.
Reforce os seus sucessos ao dar a si mesmo uma recompensa quando você realmente lidar com o seu medo.
Converse com alguém. 
 Falar sobre os seus medos com alguém, um terapeuta, um membro confiável da família ou um amigo, o seu grupo de apoio pode lhe ajudar a articular de onde vem o seu medo, e ajudar a sentir que os seus medos não são tão assustadores quanto eles podem parecer quando você está lidando com eles sozinho.

SIM!


Em Imagem.



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Trajeto compartilhado De RS-118 até Arquidiocese de Porto Alegre: Seminário Menor São José via RS-118. 26 min (18 km) 1. Siga na direção sudeste na RS-118 em direção à RS-010 2. Vire à esquerda na Av. Centenário 3. Curva suave à direita em direção à R. Adolfo Inácio de Barcelos 4. Mantenha-se à esquerda para continuar na direção de R. Adolfo Inácio de Barcelos 5. Curva suave à direita na R. Adolfo Inácio de Barcelos 6. Vire à direita 7. Chegar ao local: Arquidiocese de Porto Alegre: Seminário Menor São José Para o melhor trajeto no trânsito atual, acesse http://goo.gl/maps/2MlJR

O consumidor

O objetivo do consumidor não é possuir coisas, mas consumir cada vez mais e mais a fim de que com isso compensar o seu vácuo interior, a sua passividade, a sua solidão, o seu tédio e a sua ansiedade.

De Érico Veríssimo

Esperamos por. Você!!!

Nós podemos ajudar!
                          Venha nos conhecer.

LOCAL:Rua Con. Pedro Wagner, 717, Centro Gravataí - RS, CEP: 94010-160          
                
Você é nosso Convidado!
Na Próxima Segunda-Feira: às 20h00min, no Grupo Reviver 

A Prevenção o X da Questão 


Informar é preciso
.


Venha Participe sua presença é muito importante.

Todos serão MUITO BEM VINDOS!

As vezes é preciso levantar sacudir a poeira e dar a Volta por cima!


O primeiro dia de Uma Nova Vida!!!
Que Tenhamos a Graça de um Novo Dia De uma Nova Oportunidade de Fazer Diferente
de Pensar Diferente
ou de simplesmente querer assumir
a responsabilidade de fazer algo
diferente.

 


 Acredite, na possibilidade de uma vida melhor!
O Amor Exigente é um proposta de Vida, que da Certo
Vai lá! Naquele Grupo próximo da Sua Casa e se Permita Conhecer!
Para Nós será uma Alegria Receber Você.

Será?




A #Prevenção.

É gritante a necessidade da preparação das Famílias como um todo para lidar com o ambiente atual.


Vivemos décadas onde o "ter mais", tinha ou tem um peso significativo na sociedade onde se classificam pessoas e a importância dessas é dada pelo seu poder financeiro ou status aparente.


Priorizando a superficialidade no envolvimento pessoal, tempo em que valores primordiais para o convívio foram e são esquecidos, colocados como algo que já perdeu seu valor.


Famílias inteiras traçam caminhos distintos (diferentes) uns dos outros, não apenas pelas escolhas diferentes, mas principalmente pelo distanciamento e total falta de cumplicidade no sentimento familiar.

Famílias passam a conviver com pessoas estranhas, pois ninguém mais se entende, ninguém mais se atura ou conversam.

São laços familiares que passam a não existir, no entanto somos seres humanos e queiram ou não somos dotados de uma necessidade de convivência com nosso semelhante. 


E essa necessidade mesmo que camuflada de insensatez de descompromisso e inabilidade é buscado mesmo que seja fora do seio familiar.

É onde surge o sentimento de quem consegue deslumbrar uma empatia, encontrar características semelhantes que trazem uma correspondência e uma identificação positiva extra familiar.


E isso ao que me parece é o momento onde a família como um todo perde e talvez nesse momento dá-se conta que perdeu entre outras coisas a sua própria #identidade familiar para terceiros que apenas transmitem coisas que com raras ou raríssimas exceções tem coisas boas.


A prevenção não é apenas um problema governamental, não é um problema escolar, não é um problema exclusivo dessas instituições externas a família, mas que deve ter inicio dentro da Família.


Creio que deva ser encarado como algo que é de responsabilidade familiar, a família precisa abrir a mente para essa evolução social, precisa aceitar a necessidade de  se readaptar a essa nova realidade social,  buscar se esclarecer, informar e contribuir para o amadurecimento dessa nova geração.


Ou será que toda família precisa sofrer uma perda grave para travar uma batalha por algo gritante nessa sociedade doente?


Será que é preciso perder um ente querido em um acidente de transito para que me engaje em uma luta pelo respeito as leis de transito?


Será que é preciso estar com um parente na fila de espera de um transplante para que me engaje em um luta pela conscientização?

Não sei das respostas, mas sei da necessidade de refletir sobre elas.
Uma boa #reflexão para você.