A #Prevenção.
É gritante a necessidade da preparação das Famílias como um
todo para lidar com o ambiente atual.
Vivemos décadas onde o "ter mais", tinha ou tem um
peso significativo na sociedade onde se classificam pessoas e a importância
dessas é dada pelo seu poder financeiro ou status aparente.
Priorizando a superficialidade no envolvimento pessoal,
tempo em que valores primordiais para o convívio foram e são esquecidos,
colocados como algo que já perdeu seu valor.
Famílias inteiras traçam caminhos distintos (diferentes) uns
dos outros, não apenas pelas escolhas diferentes, mas principalmente pelo
distanciamento e total falta de cumplicidade no sentimento familiar.
Famílias passam a conviver com pessoas estranhas, pois ninguém
mais se entende, ninguém mais se atura ou conversam.
São laços familiares que passam a não existir, no entanto
somos seres humanos e queiram ou não somos dotados de uma necessidade de convivência
com nosso semelhante.
E essa necessidade mesmo que camuflada de insensatez de descompromisso
e inabilidade é buscado mesmo que seja fora do seio familiar.
É onde surge o sentimento de quem consegue deslumbrar uma
empatia, encontrar características semelhantes que trazem uma correspondência e
uma identificação positiva extra familiar.
E isso ao que me parece é o momento onde a família como um
todo perde e talvez nesse momento dá-se conta que perdeu entre outras coisas a
sua própria #identidade familiar para terceiros que apenas transmitem coisas que
com raras ou raríssimas exceções tem coisas boas.
A prevenção não é apenas um problema governamental, não é um
problema escolar, não é um problema exclusivo dessas instituições externas a família,
mas que deve ter inicio dentro da Família.
Creio que deva ser encarado como algo que é de
responsabilidade familiar, a família precisa abrir a mente para essa evolução
social, precisa aceitar a necessidade de se readaptar a essa nova realidade social, buscar se esclarecer, informar e contribuir
para o amadurecimento dessa nova geração.
Ou será que toda família precisa sofrer uma perda grave para
travar uma batalha por algo gritante nessa sociedade doente?
Será que é preciso perder um ente querido em um acidente de
transito para que me engaje em uma luta pelo respeito as leis de transito?
Será que é preciso estar com um parente na fila de espera de
um transplante para que me engaje em um luta pela conscientização?
Não sei das respostas, mas sei da necessidade de refletir sobre elas.
Uma boa #reflexão para você.


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