Espiritualidade

Ainda me lembro a primeira vez que ouvi a expressão "-obrigado por terem me ouvido em silêncio.."  Carmem/Dirce/Maria/João, são tantos os nomes que seguem na nossa memória afetiva e de ensinamentos sem os quais talvez não teríamos contato.

Dessa mesma forma  existe uma expressão que gosto muito e comumente faço o uso dela.

"- A expressão de um pensamento não se traduz simplesmente a uma verdade absoluta senão há uma reflexão ou busca de uma ação a dignar a ela".


Dessa mesma forma me vejo refletindo sobre indagações a respeito dessa tal espiritualidade.

Somos constantemente cobrados ou convidados a seguir determinados comportamentos que vão desde um gestual, opiniões, frases de efeito, vestimentas até nosso pensar... Para que aí sim sejamos aceitos e integrados a algum grupo.

Muitas vezes aprisionamos nossa capacidade de questionar, opinar, refletir sobres as coisas e sobre nós mesmos e nossa relação com Mundo interior e exterior, por receio do julgamento do grupo ao qual pertencemos ou estamos inseridos por conveniência.

A busca pelo contato com essa tal espiritualidade é algo muito particular de cada um, eu  poderia contextualizar sobre uma busca no seu interior...  Mas criar uma receita básica para isso é novamente  engessar e padronizar um pensamento.

E sinceramente não vejo como isso pode ajudar.

Mas podemos abstrair, gosto demais dessa palavra, encontrar nossa própria chave,  e se os olhos que vêem o Mundo exterior também estão abertos para o nosso interior já temos essa chave.

Contudo pega-la e aciona-la é algo que creio ser um direito do próprio Ser que esteja disposto a esse contato


Se sou capaz de ver ou sentir os detalhes de uma criação tão singular através dá observação, através do tato. Como essa foto digital.

Quando me coloco em questionamento...

Estou abrindo as possibilidades de abstrair um pensamento viciado padronizado, para uma nova forma de relacionamento com esse pensar e refletir.

Se somos seres físicos com uma existência física finita, nosso pensar não é físico palpável,  mas é transmitido ao longo de nossas relações com o Mundo exterior, ele perdura em cada ação de pensamento a ponto de todos sermos um. 

Bah! Você Precisa Saber Isto.



Bah! Você Precisa Saber Isto.

E possível que você já saiba disso porem é sempre bom falar de coisas que trazem esclarecimento e boa informação. 

O histórico do tratamento em dependência química  ao longo do tempo tem revelado a importância da família  como fator de proteção e prevenção à recaída seu tratamento implica na articulação de múltiplas abordagens terapêuticas, ou seja reconhecendo a necessidade de aplicar diversos métodos .

Os mais conhecidos são: CTs (comunidades terapêuticas) são modalidades de atenção à saúde surgidas na Grã-Bretanha na década de 1940, utilizadas para tratamento de pacientes psiquiátricos crônicos e posteriormente adaptadas à C.T. terapêutica de dependentes químicos (Raupp & Mulnitisky-Sapiro, 2008). 

Constituem-se em espaços de tratamento de longo prazo para psicodependentes, administrados por ex-usuários de drogas previamente internados nessas instituições.



Os residentes, assim chamados os pacientes internados na Comunidade Terapeutica, precisam permanecer um período de nove meses sem qualquer recaída para obterem alta e a graduação.

A partir de então, podem permanecer na instituição, trabalhando como monitores, se assim desejarem.

Já as clínicas de desintoxicação podem ser centros de tratamento específico, destinado a pacientes adictos, como também leitos demarcados em hospitais gerais públicos ou privados, consistindo uma forma relativamente segura, que visa monitorar sintomas de abstinência, controlando complicações físicas e psicológicas.

"Para Laranjeira e Romano (2004) a desintoxicação é a primeira fase do tratamento, associada a altos índices de recaída".

Nesta modalidade terapêutica, os índices de abstinência após a alta é relativamente maior quando o paciente é acompanhado por cuidados ambulatoriais posteriores, inserido em programas de acompanhamento psicológico.



Os CAPS Ad constituem-se em unidades locais de saúde pública regionalizadas que oferecem atendimento especializado a usuários de álcool e outras drogas, criados em substituição  aos hospitais psiquiátricos e seus métodos de tratamento do sofrimento mental.

Efetivamente a família cumpre um papel fundamental na recuperação terapêutica e conquista de uma vida em sobriedade.

Os grupos de apoio (9 Princípio - Grupo de Apoio )constituem um aliado importante na recuperação terapêutica da família como um todo.

É o lugar certo onde as pessoas se reunem para se ajudar, nessa troca de ajuda as pessoas criam laços, comprometem-se com seus sucessos e o sucesso de seus companheiros tornam-se criativas, tornam-se motivadas, sentem-se muito mais felizes.

Embora a permanência nos grupos represente um desafio constante, exigindo muita persistência, determinação, gratidão, compromisso social.

O voluntario torna possível o acesso, para todas as pessoas, a uma terapia de grupo representando assim uma opção positiva para todos que buscam ajuda e tem dificuldade para ter acesso a essa ajuda.

Entendendo assim todos participantes de grupos de apoio exercem de alguma forma o serviço voluntario.

Quando alguém volta ao grupo faz acreditar que essa proposta de vida vale a pena tornando possível a continuidade desse trabalho fantástico que permite pessoas terem um ponto de apoio vivo.

Um grupo de apoio só é um grupo de apoio quando existem pessoas dispostas a dar e receber apoio.


Referências
Achenbach, T., & Howell, C. (1993). Are American children’s problems getting
worse? A 13-year comparison. Journal of American Academy on Child and
Adolescent Psychiatry, 32, 1145-1154.
Andolfi, M., Ângelo, C., Menghi, P., & Nicolo-Corigliano, A. (1984). A
provocação como intervenção terapêutica. In M. Andolfi, C. Ângelo, P.
Menghi & A. Nicolo-Corigliano (Orgs.), Por trás da máscara familiar: Um
novo enfoque em terapia da família (pp. 48-68). Porto Alegre: Artes Médicas.
Beatite, M. (2007). Co-dependência nunca mais (10a
 ed.). Rio de Janeiro: Record.
Brasil, Ministério da Saúde. (2003). A política do Ministério da Saúde para
atenção integral a usuários de álcool e outras drogas. Brasília, DF: Autor.
Brasil, V. R. (2004). A recuperação da pessoa do dependente químico: O impacto
no seu processo de mudança na família. Família e Comunidade, 1(1), 93-104.
Carvalho, I. M. M. (2001). Brasil: Reestruturação produtiva e condições sociais.
Caderno CRH, 35, 123-149.
Carvalho, I. M. M., & Almeida, P. H. (2003). Família e proteção social. São Paulo
em Perspectiva, 17(2), 109-122.
Cecconello, A. M., & Koller, S. H. (2003). 

Filme BOM


Como sei que muitos precisam deitar cedo um breve comentário a respeito do filme de ontem que passou na televisão e porque não um convite a reflexão.

O título: O poder da coragem é uma narrativa baseada em fatos reais que conta a história vejam bem história não estória,   da vida da corajosa comissária de bordo Neerja Bhanot, que sacrificou sua vida protegendo 359 passageiros ao completar seus 23 anos de idade.

O enredo do filme conta com um depoimento impressionante da sua mãe, que naturalmente deixa um convite a reflexão:

 " Naquele dia havia me despedido dela dizendo várias coisas não esqueça disso, não esqueça daquilo, faça isso...", Mas gostaria de ter a chance de mais um abraço, mais um carinho, mais um sorriso..."

A importância da vida ...

A importância de estar junto...

A importância refletir sobre os reais desígnios da vida...

O valor monetário das pessoas...

Palavras ditas que não voltam mais para boca...

Palavras não ditas que jamais serão recebidas...

A gratidão que não tem sentido sem reconhecer a beleza da vida e das ações pela vida...

O tempo que não volta, mas que segue...
"
...É a vida é é bonita e é bonita.."

Trabalhando o voluntariado



Estatísticas do Setor
54% Jovens Brasileiros querem ser Voluntários mas não sabem por onde começar. 


Somente 7% dos jovens brasileiros são voluntários, contra 62% nos USA.


Empresas Brasileiras gastam 4 bilhões de reais por ano em segurança patrimonial e pessoal de seus executivos e 5 mil reais por mês em filantropia.
 Precisamos inverter esta balança, inclusive para gastar menos com segurança.

Segundo o Imposto de Renda, a média para doações e contribuições é de 23 reais por ano, para os 5 milhões de brasileiros que pagam Imposto de Renda.

Sonhar!



Ao sonharmos usamos a imaginação, abstraímos, para criar o físico na nossa própria mente.
Nenhum invento desde os primórdios se materializou sem antes ter passado por uma Imagem mental e isso é, sonhar, possível de se tornarem realidade  mesmo que em algum  momento pareça não ser,
criamos através do nosso desejo em alcançar um objetivo a atmosfera necessária para que a construção do que foi pensado se torne real.

Há uma infinidade de pesquisas ligadas ao pensamento, todas conferem que nossos modelos mentais refletem negativa ou positivamente na vida.

Nossa capacidade de imaginar a fim de criar com base em um  objetivo resulta em atitude em ação, perseverança e determinação.

Quem não sonha não projeta, não conduz ha um presente em busca da concretização num futuro próximo ou longínquo.

Quem não sonha! não passar por obstáculos ou se reinventa com o intuito de atingir um objetivo concreto.
Do sonho vem a inspiração para continuar diante de todos os percalços, sim percalços por que somos seres Imperfeitos, porem  em constante evolução, nossa capacidade de adaptação é fortemente utilizada e com os erros crescemos.

Quando somos inspirados a fazer algo positivo nossa energia muda, passamos a ter um foco, nosso tempo e força são direcionados e passamos a produzir com mais qualidade e destreza.

O incentivo nesse momento ajuda a manter nossa energia e foco mesmo diante de dificuldades inerentes a vida e a quem mude optando por sair da inercia.
Continuar sonhando é manter viva a inquietude que a busca de um conhecimento  e experiências novas nos traz .
Instigar o desejo de sonhar fortalecer a imaginação é algo primordial no crescimento e desenvolvimento de um ser em evolução.

Um pensamento não se vale nem se propõe a ser uma verdade absoluta, apenas uma expressão de pensamento que pode ou não dignar uma reflexão. E isso é uma decisão pessoal.