Quando continuar é preciso!


A dependência química está classificada entre os transtornos psiquiátricos, sendo considerada uma doença crônica que pode ser tratada e controlada simultâneamente como doença e como problema social, (OMS, 2001).

Por se tratar de uma doença crônica leva a pessoa a uma progressiva mudança de comportamento, gerando uma adaptação a doença, a fim de proteger o uso da droga.

Ainda na concepção da dependência química como doença, ela é caracterizada como progressiva, incurável, mas tratável, apesar de problemas significativos para o dependente.

É uma doença de evolução própria, que pode levar à insanidade, prisão, morte ou ao tratamento

Ignorar essas informações e passar a ver a recuperação como um processo finito .
Subestimando o problema.

Só tende a agravar situações de risco.

Ao longo do tempo de vivência em grupo de apoio vivenciamos diversas situações, movimentos de indas e vindas e assiduidade.

Já relatamos as fases  que as pessoas passam ao longo do tempo desde a descoberta do problema ADICTO na família até o tão esperado entendimento reconhecimento e tomada de atitude.

Mas diante do tão batalhado e desejado objetivo alcançado..

  • Como fica nossa atitude e nosso empenho e determinação?
  • Nossa perseverança?
  • Nosso entendimento?
  • E nossa busca interior?
  • O foco, muda?
Não é incomum pós internação, pós primeiras visitas de ressocialização, haver mudanças na atitude e comportamento da família, mas essas mudanças analisadas pela própria pessoa são positivas ou negativas na busca pela desejada qualidade de vida? (Recuperação, sobriedade, temperança, equlibrio).

Há dúvidas para responder essas questões?

Ao rever o entendimento sobre dependência química estou dando a real importância ao entendimento que tive, tenho ou ainda está sendo assimilado ao longo do estudo dos princípios?


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