O amor vem antes mas fica, exatamente, no mesmo nível de importância da Exigência, da Disciplina. Codependência: "Ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento"
1-Princípio, 2-Princípio, 3-Princípio,4-Princípio,5-Princípio, 6-Princípio,7-Princípio,>,8-Princípio, 9-Princípio,10-Princípio,11-Princípio,12-Princípio
E o que é AMOR EXIGENTE???
E o que é AMOR EXIGENTE???
Eba! Uu! Yes! Festa!!
A família como fonte de sobriedade.
Parar de usar droga, trocar comportamentos nocivos por comportamentos que ajudam a ter uma vida melhor e que resultem em uma atitude positiva na vida.
Parar de usar droga, trocar comportamentos nocivos por comportamentos que ajudam a ter uma vida melhor e que resultem em uma atitude positiva na vida.
Época de festas...
Como falar em sobriedade e recuperação terapêutica em ou com uma família que a vida inteira não reconheceu essa necessidade.
Aprendeu que fazer festa é estar em estado alterado de consciência;
Aprendeu que para desinibir dar gargalhadas é preciso estar sob efeito de alguma substância psicoativa;
Que ignora os efeitos nocivos na sua saúde mental, física e espiritual:
E sobretudo na saúde familiar.
A dificuldade para parar não representa tão somente a falta de entendimento, mas podendo ser a necessidade do uso constante dessas substâncias que alteram nosso estado mental.
É necessário adotar a reflexão como forma de entender esse dilema.
E verdadeiramente expor as dificuldades e incertezas diante dessa situação no seu Grupo de apoio.
Sobriedade.
É possível vivenciar momentos felizes de grande alegria sem estar sob efeito de substâncias psicoativas.
É possível aprender a reconhecer esses momentos e se libertar desse pré-ensinamento errôneo.
"De que de cara a festa não tem graça.
Reflita a respeito ."
Quando continuar é preciso!

A dependência química está classificada entre os transtornos psiquiátricos, sendo considerada uma doença crônica que pode ser tratada e controlada simultâneamente como doença e como problema social, (OMS, 2001).
Por se tratar de uma doença crônica leva a pessoa a uma progressiva mudança de comportamento, gerando uma adaptação a doença, a fim de proteger o uso da droga.
Ainda na concepção da dependência química como doença, ela é caracterizada como progressiva, incurável, mas tratável, apesar de problemas significativos para o dependente.
Ainda na concepção da dependência química como doença, ela é caracterizada como progressiva, incurável, mas tratável, apesar de problemas significativos para o dependente.
É uma doença de evolução própria, que pode levar à insanidade, prisão, morte ou ao tratamento.
Ignorar essas informações e passar a ver a recuperação como um processo finito .
Subestimando o problema.
Só tende a agravar situações de risco.
Já relatamos as fases que as pessoas passam ao longo do tempo desde a descoberta do problema ADICTO na família até o tão esperado entendimento reconhecimento e tomada de atitude.
Mas diante do tão batalhado e desejado objetivo alcançado..
- Como fica nossa atitude e nosso empenho e determinação?
- Nossa perseverança?
- Nosso entendimento?
- E nossa busca interior?
- O foco, muda?
Não é incomum pós internação, pós primeiras visitas de ressocialização, haver mudanças na atitude e comportamento da família, mas essas mudanças analisadas pela própria pessoa são positivas ou negativas na busca pela desejada qualidade de vida? (Recuperação, sobriedade, temperança, equlibrio).
Há dúvidas para responder essas questões?
Ao rever o entendimento sobre dependência química estou dando a real importância ao entendimento que tive, tenho ou ainda está sendo assimilado ao longo do estudo dos princípios?
Codependencia - seus traços
O termo Codependência surgiu no final dos anos setenta nos EUA como a descrição das atitudes da pessoa seja por meio de comportamento agressivo, chantagista, punitivo, vitimista ou cuidador.
Na situação de codependente a pessoa pode acreditar que parecer uma vítima, pode ser muito vantajoso.
Uma pessoa que é vítima de algo, de uma forma ou de outra, acaba sendo poupada das críticas dos outros e conta com a compaixão e a compreensão de muitas pessoas, ainda que não tenham a noção exata desse comportamento, independente do que tenha feito.
E o que agrava ainda mais a situação da pessoa são suas atitudes é que passa a crê que todos aqueles que questionam as ações de uma suposta vítima podem até mesmo serem vistos como insensíveis cruéis e ingratos.
Em casos mais graves, as vítimas acreditam que isso lhes dá carta branca para odiar ou machucar outras pessoas.
Atitudes e comportamentos comuns
Existem alguns sinais que nos ajudam a identificar quem se encaixa nesse círculo de manipulação e faz da vitimização sua forma de vida.
Os principais são:
»A pessoa que faz uso da vitimização não pergunta diretamente o que você quer, mas envia mensagens imprecisas na forma de queixa ou arrependimento.
Por exemplo: “Ninguém sabe o quanto me custou chegar até aqui”.
Então você não sabe se a pessoa quer seu reconhecimento, se está reclamando porque acredita que para você custou menos, ou quer sua ajuda para algo em particular.
»O vitimista é também receioso e desconfiado.
Com frequência, alerta você sobre as más intenções dos outros.
É um comportamento nocivo para própria pessoa e deve ser trabalho.
Mas é possível viver livre da codependencia.
Acredite!
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