Tá Ligado?

Há quem diga que “...tempo é dinheiro...”, embora o dinheiro efetivamente

possa comprar muitas coisas, mas  o tempo? não, esse até onde se sabe

é livre seguindo seu rumo sem atrasar.
Quem sabe o melhor tradutor para o tempo seja a vida,

 já que ela nos remete a essa ligação do tempo que é de cada um,
desde o início até o  fim .

Em um mundo onde se prima pelo Ter em detrimento do Ser é natural

a vinculação do "...tempo é dinheiro...", mas na visão do Ser o tempo

ligado a vida, possivelmente, seja  o bem mais precioso que temos

a oferecer para alguém, sabe aquele tempo gratuito dado por aqueles lá

que amam, aqueles que prestam sua atenção, sua disponibilidade, seu
tempo de Vida.
Quantos reivindicariam, se possível fosse,  um tempo a mais de sua existência
 ou de outrem para mais um afago, uma palavra,  um olhar, um cheiro.

O presente é o nosso melhor presente, simplesmente porque é onde
estamos presentes, dessa forma temos a possibilidade de compartilhar
a vida de forma plena ou pelo menos buscando essa plenitude.

ESPIRITUALIDADE

Onde está essa tal espiritualidade?
Está ali! Está lá! Onde? Onde? 
Ali! Logo ali! Aqui? Lá fora? Aqui dentro?
Onde está? Onde?
Talvez esteja na observação ..Nos  olhos de quem se aventura a  desviar o olhar da forma conformista de perceber o Mundo e por que não,  de perceber a si próprio?

Nos olhos que olham e verdadeiramente veem a natureza: dos rios, dos mares, das montanhas, dos insetos, dos animais terrestres, dos alados, dos pouco vistos, extinção, da folha que cai, da semente que germina, do soprar dos ventos, até luz que ilumina e aquece, sol, da natureza humana que insiste na busca da desumanização e está na crença de que o amor vencerá, todo ódio, todo rancor, todo egoísmo e toda a insensatez. 
Reconhecendo a própria natureza, Humana.
 ‘Sou quem sou porque somos todos nós’.

Dados



Entre maio e outubro de 2015, pesquisadores entrevistaram cerca de 17 mil pessoas com idades entre 12 e 65 anos, em todo o Brasil, com o objetivo de estimar e avaliar os parâmetros epidemiológicos do uso de drogas. O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira foi coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e contou com a parceria de várias outras instituições, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Universidade de Princeton, nos EUA.

Risco de morte

A percepção do brasileiro quanto às drogas atrela mais risco ao uso do crack do que ao álcool: 44,5% acham que o primeiro é a droga associada ao maior número de mortes no país, enquanto apenas 26,7% colocariam o álcool no topo do ranking. “Mas os principais estudos sobre o tema, como a pesquisa de cargas de doenças da Organização Mundial de Saúde, não deixam dúvidas: o álcool é a substância mais associada, direta ou indiretamente, a danos à saúde que levam à morte”, pondera Bastos. “Tanto o álcool quanto o crack, porém, representam grandes desafios à saúde pública. Os jovens brasileiros estão consumindo drogas com mais potencial de provocar danos e riscos, como o próprio crack. Além disso, há uma tendência ao poliuso [uso simultâneo de drogas diferentes]. Por isso é tão importante atualizar os dados epidemiológicos disponíveis no país, para responder às perguntas de um tema como o consumo de drogas, que se torna ainda mais complexo num país tão heterogêneo quanto o Brasil”, completa.

O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira teve sua origem numa concorrência pública lançada em 2014 pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Álcool

Grande parte dos dados considerados mais alarmantes com relação aos padrões de uso de drogas no Brasil não estão relacionados porém às substâncias ilícitas, e sim ao álcool. Mais da metade da população brasileira de 12 a 65 anos declarou ter consumido bebida alcóolica alguma vez na vida. Cerca de 46 milhões (30,1%) informaram ter consumido pelo menos uma dose nos 30 dias anteriores. E aproximadamente 2,3 milhões de pessoas apresentaram critérios para dependência de álcool nos 12 meses anteriores à pesquisa.

A relação entre álcool e diferentes formas de violência também foi abordada pelo 3° Levantamento, apresentando um panorama contundente. Aproximadamente 14% dos homens brasileiros de 12 a 65 anos dirigiram após consumir bebida alcoólica, nos 12 meses anteriores à entrevista. Já entre as mulheres esta estimativa foi de 1,8%. A percentagem de pessoas que estiveram envolvidos em acidentes de trânsito enquanto estavam sob o efeito de álcool foi de 0,7%.

Cerca de 4,4 milhões de pessoas reportaram ter discutido com alguém sob efeito de álcool nos 12 meses anteriores à entrevista, sendo que destes 2,9 milhões eram homens e 1,5 milhões, mulheres. A prevalência de ter reportado que “destruiu ou quebrou algo que não era seu” sob efeito de álcool também foi estaticamente significativa e maior entre homens do que entre mulheres (1,1% e 0,3%, respectivamente).

Medicamentos sem prescrição

Outro dado destacado pelos pesquisadores diz respeito ao uso dos analgésicos opiáceos e dos tranquilizantes benzodiazepínicos. Nos 30 dias anteriores à pesquisa eles foram consumidos de forma não prescrita, ou de modo diferente àquele recomendado pela prescrição médica, por nada menos que 0,6% e 0,4% da população brasileira, respectivamente. “É um número que revela um padrão muito preocupante, e que faz lembrar o problema norte-americano de uma década atrás, em termos de classe de substâncias”, alerta o coordenador do levantamento.

Com relação às drogas lícitas, uma boa notícia: o consumo do tabaco parece estar diminuindo. “Outras pesquisas têm mostrado que há um declínio com relação ao uso do cigarro convencional. Por outro lado, têm chamado atenção para formas emergentes de fumo, com a ascensão de aparatos como cigarros eletrônicos e narguilés”, argumenta Bastos. Ainda assim, cerca de um terço (33,5%) dos brasileiros declarou ter fumado cigarro industrializado pelo menos uma vez na vida. E, nos 30 dias anteriores à pesquisa, foram 13,6%, o que corresponde a 20,8 milhões de pessoas.

Consumo em dados – Segundo o Relatório, a porcentagem de Δ9-THC — o principal componente psicoativo da cannabis — aumentou de cerca de 6% para mais de 11% na Europa, entre 2002 e 2019, e cerca de 4% para 16% nos Estados Unidos, entre 1995-2019, enquanto a porcentagem de adolescentes que perceberam a cannabis como prejudicial caiu 40% nos Estados Unidos e 25% na Europa.

Além disso, em pesquisas com profissionais de saúde em 77 países, 42% afirmaram que o uso da cannabis aumentou durante a pandemia. Um aumento no uso não medicinal de drogas farmacêuticas também foi observado no mesmo período.

Embasamento científico – Entre 2010 e 2019, o número de pessoas que usam drogas aumentou 22%, em parte devido ao crescimento da população mundial. Com base apenas nas mudanças demográficas, as projeções atuais sugerem um aumento de 11% no número de pessoas que usam.

ENTÃO...

"Cada uma das peças que mantêm firme o tear".

É com essa frase que dou inicio a essa elucubração,
ainda ontem.
aquela sensação de busca solitaria,
aquela inquietude de não saber bem por qual caminho seguir,
aquele desconforto da ação de quem reage, mas nao age!
aquela incerteza que beira a desconfiança em si e em tantos outros..
aquela falta de conhecimento que se traduz em duvida e insegurança
aquele sentimento de frustração,
aquele sentimento de negação,
aquele sentimento de incapacidade,
aquela ilusão de que posso mudar o outro sobretudo na forma imperativa de ser
aquela falta de um elo espiritual que torna possivel a conexão com uma força superior.
aquele desespero diante de situações de dificil compreensão/aceitação,
aquela culpa que paralisa e condena ao nada fazer..
aquele medo que subjuga  que assimila a manipulação
aquela procuração que terceiriza a propria responsabilidade
aquela vida tomada pela visão negativa que torna um brilho cinza no olhar.
ainda ontem não sabia que podia encontrar pessoas que me ajudariam a esculpir
peças (sentimentos/atitudes/comportamentos) que contribuirão  para minha firmeza
nesse processo de aprimoramento humano (tear) . 
 

 Quando fazemos parte de um grupo de apoio mutuo somos peças importantes é através da nossa participação que conseguimos manter firme o nosso tear, a nossa busca por uma qualidade de vida.