E por que ligamos a crise a oportunidade?
a essência de nossa existência
é possível que a essência da vida Humana seja evoluir, o que nos remete a transformações sucessivas o movimento que as ações da vida cotidiana nos impulsionam a essa prática. Naturalmente passamos e passaremos ao longo desse processo evolutivo por diversas situações que de forma programada ou não gerarão crises que ocasionalmente teremos que lidar.
Podemos
conceituar as crises como:
Crises
internas e crises Externas.
Na essência desta compreensão na qual reconhecemos as implicações e consequentemente Resistências criadas a partir de uma tomada de atitude, temos a oportunidade do exercício da Perseverança, da insistência, do poder da vontade e do foco no objetivo ao qual se deseja atingir.
Muitas vezes essa crise interna apareci logo quando decidimos aplicar a programação da Ação a ser tomada ou uma nova atitude a ser implantada.
É quando nos
deparamos com a crise mais sensível ao nosso Ser.
A crise interior,
ela vem desde uma indecisão momentânea, até o desejo de desistir do plano de
ação traçado, da aplicação de uma atitude diferente da conhecida.
É um momento
difícil, onde os aspectos ligados ao medo, a reprovação de terceiros, a
obrigatoriedade de sair do sofá (zona de conforto), a hora de assumir as
responsabilidades, a hora de marcar posições, do medo de passar a mensagem de
não estar amando, a necessidade de com clareza comunicar um posicionamento e as
novas regras que compõem os direitos e deveres de cada integrante do ciclo
familiar.
Portanto é um
tempo de afirmação e reafirmação do Eu interior e a sua nova proposta de vida.
Vencida a primeira crise, a que talvez seja a mais difícil e importante desde quando iniciamos uma nova atitude, evidentemente nos deparamos com outra crise que poderá ser prevista durante a preparação e planejamento da implantação desta nova forma de viver a vida cotidiana.
E como já vivenciamos a tão conhecida e reconhecida Resistencia, estaremos mais preparados para lidar com a resistência de terceiros na aplicação dessa nova atitude.
E mais uma vez teremos que lidar com a crise, porém dessa vez uma crise, exterior, onde todo aquele que será atingido pela ação dessa nova atitude, possivelmente, se deparará com a necessidade de trabalhar a aceitação da resistência a mudança.
E por que
ligamos a crise a oportunidade?