Crise e Oportunidade

 E por que ligamos a crise a oportunidade?

Oportunidade tem relação direta com as circunstâncias as quais vivenciamos, quando enfrentarmos um momento de crise somos tomados pelo poder da decisão, onde é possível agir de forma consciente e de maneira positiva, sobretudo quando estamos preparados para administrar esses momentos.
E o que é estar preparado?  É ter claro o seu objetivo diante da crise, é ter feito o exercício de analisar possibilidades antecipando possíveis direcionamentos de um plano traçado para assim poder adequar as circunstâncias do momento. 

a essência de nossa existência

é possível que a essência da vida Humana seja evoluir, o que nos remete a transformações sucessivas o movimento que as ações da vida cotidiana nos impulsionam a essa prática.  Naturalmente passamos e passaremos ao longo desse processo evolutivo por diversas situações que de forma programada ou não gerarão crises que ocasionalmente teremos que lidar.


Podemos conceituar as crises como:


Crises internas e crises Externas.

Na essência desta compreensão na qual reconhecemos as implicações e consequentemente Resistências criadas a partir de uma tomada de atitude, temos a oportunidade do exercício da Perseverança, da insistência, do poder da vontade e do foco no objetivo ao qual se deseja atingir.

Muitas vezes essa crise interna apareci logo quando decidimos aplicar a programação da Ação a ser tomada ou uma nova atitude a ser implantada.

É quando nos deparamos com a crise mais sensível ao nosso Ser.

A crise interior, ela vem desde uma indecisão momentânea, até o desejo de desistir do plano de ação traçado, da aplicação de uma atitude diferente da conhecida.

É um momento difícil, onde os aspectos ligados ao medo, a reprovação de terceiros, a obrigatoriedade de sair do sofá (zona de conforto), a hora de assumir as responsabilidades, a hora de marcar posições, do medo de passar a mensagem de não estar amando, a necessidade de com clareza comunicar um posicionamento e as novas regras que compõem os direitos e deveres de cada integrante do ciclo familiar.


Portanto é um tempo de afirmação e reafirmação do Eu interior e a sua nova proposta de vida.


Vencida a primeira crise, a que talvez seja a mais difícil e importante desde quando iniciamos uma nova atitude, evidentemente nos deparamos com outra crise que poderá ser prevista durante a preparação e planejamento da implantação desta nova forma de viver a vida cotidiana.


E como já vivenciamos a tão conhecida e reconhecida Resistencia, estaremos mais preparados para lidar com a resistência de terceiros na aplicação dessa nova atitude.  


E mais uma vez teremos que lidar com a crise, porém dessa vez uma crise, exterior, onde todo aquele que será atingido pela ação dessa nova atitude, possivelmente, se deparará com a necessidade de trabalhar a aceitação da resistência a mudança.

E por que ligamos a crise a oportunidade?