Quando falamos do princípio humanizador propomos colocar a frente o HUMANO evidenciar o sentido de ser humano.
Nesse princípio falaremos desse Ser que também é pai, que também é mãe, que também é filho(a) e que também é apenas gente.
Tendo essa ideia clara podemos iniciar o nosso estudo e reflexões:
País são apenas Gente e não super Heróis.....
Mas efetivamente o que é ser gente?
Podemos conceitualizar como:
Pessoa -> Ser Humano -> Sentimentos
COMPAIXÃO,
BENEVOLÊNCIA
SOLIDARIEDADE
BENÉVOLO
BENFAZEJO
BONDOSO
COMPASSIVO
COMPREENSIVO
DESUMANO
INUMANO
INCOMPREENSIVO
IMPIEDOSO
Em que época vivemos?
A época do Ser ou a época do Ter?
Quando as pessoas se tornam pais há uma readequação: na postura comportamental, nas atitudes ligadas a preservação da vida, condução, instrução e na busca de propiciar um ambiente favorável ao desenvolvimento físico, mental e espiritual da sua prole, experimenta-se um nível diferente de responsabilidade.
Trata-se de um processo contínuo que pode ter início com a descoberta de uma gestação, ou início de um processo de adoção.
Nesse processo tem-se o impacto das nossas raízes culturais, da sociedade a qual estamos inseridos e fazemos parte, os reflexos sociais, políticos e individuais.
Há cobranças, julgamentos opiniões e indagações e dúvidas de todos os lados, que ao longo do tempo vão nutrindo nossas visões de mundo e de que forma esse processo todo se desenvolve e se desenvolverá.
Naturalmente esse processo (ser pais) passa por diversas etapas e talvez uma das mais impactantes seja o de ter sobre seus cuidados um novo ser que estará sobre sua responsabilidade por muito tempo.
Inúmeras responsabilidades: nutrir, proteção, base, alicerce, justiça, valores, sabedoria, virtudes, apoio.
E não é porque se tornaram pais que as incertezas, os medos, os sucessos e insucessos, as fragilidades as inseguranças deixam de existir, seguem fazendo parte do que realmente somos verdadeiramente.
Embora a sociedade muitas vezes cobre uma mudança radical a ponto de nos fazer crer que ao virar pais as pessoas são tomadas de habilidades super humanas, tornam-se perfeitas.
Muitas vezes essa ideia de super Herói suplanta qualquer concepção do ser humano, é como se desse momento em diante não houvesse mais fraquezas, dificuldades, defeitos, necessidades de aprender, se desenvolver, evoluir.
Resultando numa postura onde Ignoram-se os limites: físicos, emocionais, financeiros, da mente e do espírito.
Esse princípio enfatiza o entendimento e torna possível reconhecer que pais são apenas gente e não se tornam super heróis ao se tornarem pais.
É natural que a criança diante da fantasia incentivada pela admiração pelos pais correlacionarem e terem os pais como super heróis, no entanto quando o posicionamento dos pais extrapola a fantasia tornando essa visão fantasiosa como uma verdade.
Acaba por colocar um fardo nas costas dos pais que para tornar real essa visão passa a não reconhecer os próprios limites e dificuldades.
Humanizador:
Quando propomos evidenciar o sentido humano do “Ser Gente” estamos falando de uma pessoa com qualidades e defeitos, inquietudes, dúvidas, indagações inerentes ao ser humano, entendemos que nele existe uma imensa capacidade de evoluir, aprender com os erros, motivar-se com os acertos e que mesmo diante das imperfeições buscar ser melhor a cada oportunidade dada pela vida, onde as adversidades passam a ser molas propulsoras de um fortalecimento na busca de uma vida melhor.
Pais são apenas Gente.