Espiritualidade pluralista

 

Espiritualidade pluralista  

A  espiritualidade nos permite ter um contato mais verdadeiro com a expressão mais sincera  do que somos, na unidade, do próprio Ser.  

 
Ela é capaz de traduzir e conscientizar uma real necessidade humana, de transformar a si próprio, diante de uma busca de elevação espiritual, ressignificando o real sentido da Vida, muito além da visão do “TER” e indo ao encontro do “SER”, do:

Como? Por quê? => Para que? 
 
Vivenciar a Espiritualidade Pluralista é desenvolver uma qualidade do Ser Humano em que se aceita e respeita qualquer expressão da espiritualidade, isto é, se respeita o SER único de cada pessoa. 
 
Ao passo que a espiritualidade nos liberta de algo muito peculiar no ser humano, nossas crenças como verdades absolutas. Através da 
espiritualidade nos desprendemos de dogmas, pré-conceitos e preconceitos que pode tolher nossa capacidade de ver além dessas limitações impostas. 
 
Trabalhamos a espiritualidade nos grupos com o intuito de evidenciar a capacidade humana de vislumbrar um novo tempo, de 
transformações, de elevação e transcendência, espiritual. 

Não Há Recuperação sem Conversão” 

NÃO SE TRATA DE CONVERSÃO RELIGIOSA, ELA VAI MUITO ALÉM DISSO. 

Através da espiritualidade somos capazes de transcender/transmutar: a dor, a tristeza, a culpa, a vergonha, a falta de aceitação, a impotência, a imaturidade, o amor próprio, o egoísmo, a soberba, a arrogância, a fraqueza, a consciência humana o amor. 
 
Uma nova consciência sobre si mesmo e suas relações com o todo. 

A espiritualidade nos motiva a querermos nos transformar. 

Ser um ser melhor, transformar a si próprio. 
É um processo pessoal que contribui para um melhor entendimento sobre a vida sobre o Eu sobre o Outro.  
 
E a forma como esse Ser se relaciona diante das situações cotidianas no seio familiar, no grupo ao qual pertence ou faz parte, na sociedade, no Mundo. 
 
A conversão: uma transformação na Vida que compreende as atitudes, comportamentos visão de mundo, visão de si mesmo e sua relação com o interior e exterior de si próprio.  

Uma gota do verdadeiro Amor justifica uma Existência”