O amor vem antes mas fica, exatamente, no mesmo nível de importância da Exigência, da Disciplina. Codependência: "Ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento"
1-Princípio, 2-Princípio, 3-Princípio,4-Princípio,5-Princípio, 6-Princípio,7-Princípio,>,8-Princípio, 9-Princípio,10-Princípio,11-Princípio,12-Princípio
E o que é AMOR EXIGENTE???
E o que é AMOR EXIGENTE???
Ah! Você não sabia???
Sim álcool e DROGA.
Ana Cecilia Petta Roselli Marques 1.Como se explica o aumento do consumo de álcool entre as mulheres hoje?
Historicamente, problemas relacionados ao consumo de álcool e outras drogas são mais comuns em homens que, até hoje, apresentam maior taxa de abuso, dependência e consequências.
A partir da 2ª Guerra Mundial, com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e em profissões antes restritas aos homens, hábitos masculinos passaram a ser replicados por elas, entre os quais a iniciação precoce do uso de substâncias. Durante muito tempo desprotegidas pela falta de uma política integral, equânime e justa, composta de medidas preventivas focadas nas vulnerabilidades femininas, elas ficam expostas a muitos fatores de risco.
Um exemplo são às campanhas de marketing das indústrias de bebidas, que compreendem desde produtos criados para públicos específicos até propagandas desenhadas para vender o produto para as mulheres.
2. O Transtorno por Uso de Substâncias (TUS) funciona da mesma forma para homens e mulheres? NG
diferenças são identificadas entre homens e mulheres quanto ao uso de álcool e às respostas biológicas. A mulher tem menos água corporal comparada ao homem, o que faz com que o álcool e outras substâncias fiquem mais concentrados e ela mais intoxicada.
É
observado o adoecimento em um menor intervalo de tempo, entre 12 e 15 anos de consumo crônico, e com gravidade maior. Já os homens levam um período maior, entre 17 e 20 anos.
Além disso, as mulheres têm taxa de mortalidade de 50% a 100% maior que a dos homens. A farmacocinética do álcool é também responsável por algumas diferenças clínicas encontradas entre os gêneros.
A mucosa gástrica está envolvida na primeira passagem do álcool para o sangue, por meio da enzima álcool desidrogenase, na forma de acetaldeído. Este metabólito tóxico em grandes quantidades aumenta o risco de lesões, principalmente as cardíacas. A atividade da enzima álcool desidrogenase no fígado é menor em mulheres do que em homens, fazendo com que elas permaneçam com nível sérico elevado de álcool por maior tempo, levando a um aumento da concentração de álcool na corrente sanguínea, o que significa um maior impacto nos diferentes sistemas. (referência 8 – 15) 3. E quais as consequências mais frequentes da dependência de álcool nas mulheres? Esteatose, Cirrose Alcoólica, Polineuropatia Periférica, Miocardiopatia Alcoólica, Hipertensão Arterial, disfunções circulatórias e menstruais podem ocorrer com poucos anos de abuso. Para aquelas que bebem diariamente, a chance de desenvolver câncer de mama é 41% maior do que naquelas que não bebem. Variações na organização do cérebro das mulheres, particularmente a ação das neuroesteróides, também incidem na vulnerabilidade delas ao etanol. O sistema de recompensa cerebral, onde se desenvolve a dependência, é influenciado por hormônios e seus fatores liberadores, como o estrogênio, que é um neuroregenerador e melhora a cognição. Diferentemente dos homens, o uso moderado de álcool pelas mulheres em período curto de tempo afeta a cognição, conforme mostram estudos recentes. As mulheres têm menor nível de dopamina, principal neurotransmissor liberado com o uso de substâncias, o que as tornam mais propensas às complicações psiquiátricas. A comorbidade mais prevalente entre dependentes de álcool é a dependência de nicotina: 80 a 90 % dos dependentes de álcool também o são de nicotina, e as mulheres fumantes apresentam 6 vezes mais chances de apresentar dependência de álcool, enquanto os homens têm 3 vezes mais chances. Mulheres dependentes têm risco aumentado de apresentarem algum outro transtorno psiquiátrico (65% contra 44% dos homens), como depressão (quatro vezes), ansiedade (três vezes), bulimia e dependência de outras drogas. Além disso, elas usam mais medicamentos psicoativos e apresentam maior número de problemas relacionado à família. O Transtorno por Uso de Álcool também é prevalente entre aqueles com Transtorno de Humor Bipolar, sendo uma a cada três, com duas vezes mais chance de tentarem o suicídio. (referência 16 – 27) 4. Por que as mulheres demoram a procurar tratamento para a dependência? O estigma existente até hoje sobre mulheres usuárias é grande, o que dificulta sua própria aceitação do problema, além da família e a da comunidade. Imersa no mesmo preconceito, a equipe de saúde não pergunta sobre o comportamento ou sobre os problemas relacionados nos diferentes níveis de atenção à saúde da mulher. Falta treinamento especializado sobre detecção precoce de doenças não transmissíveis, área na qual o tema deveria estar incluído há décadas. As medidas preventivas e de controle da oferta voltadas à mulher que usa o álcool não estão desenvolvidas, o que aumenta sua vulnerabilidade. A mulher tem uma sobrecarga psicossocial e a Política Nacional de Drogas está nos seus primórdios. 5. O que dificulta o tratamento das mulheres dependentes? A maior parte dos tratamentos na área tem sido desenvolvidos para os homens, e não ter acesso a um tratamento que inclua especificidades voltadas ao gênero é uma das barreiras. Outros aspectos são o estigma social; a equipe de saúde sem treinamento; a prole; a alta prevalência de transtornos psiquiátricos em mulheres dependentes; a gravidade dos diferentes transtornos, como por exemplo, nas tentativas de suicídio, mais comportamentos sexuais de risco em mulheres dependentes; como forma de controlar o peso; uso de álcool/drogas na família; abuso sexual e/ou físico, lugar seguro para morar ou realizar tratamento que inclua os filhos; não tem família para participar do tratamento, ser solteiras e por sobrecarga psicossocial (trabalho e filhos) não conseguem aderir ao tratamento, ser gestação e não ser abordada; grupos mistos dificultam a adesão; o tipo de substância, a faixa etária, a escolaridade.
Ana Cecilia Petta Roselli Marques 1.Como se explica o aumento do consumo de álcool entre as mulheres hoje?
Historicamente, problemas relacionados ao consumo de álcool e outras drogas são mais comuns em homens que, até hoje, apresentam maior taxa de abuso, dependência e consequências.
A partir da 2ª Guerra Mundial, com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e em profissões antes restritas aos homens, hábitos masculinos passaram a ser replicados por elas, entre os quais a iniciação precoce do uso de substâncias. Durante muito tempo desprotegidas pela falta de uma política integral, equânime e justa, composta de medidas preventivas focadas nas vulnerabilidades femininas, elas ficam expostas a muitos fatores de risco.
Um exemplo são às campanhas de marketing das indústrias de bebidas, que compreendem desde produtos criados para públicos específicos até propagandas desenhadas para vender o produto para as mulheres.
2. O Transtorno por Uso de Substâncias (TUS) funciona da mesma forma para homens e mulheres? NG
diferenças são identificadas entre homens e mulheres quanto ao uso de álcool e às respostas biológicas. A mulher tem menos água corporal comparada ao homem, o que faz com que o álcool e outras substâncias fiquem mais concentrados e ela mais intoxicada.
É
observado o adoecimento em um menor intervalo de tempo, entre 12 e 15 anos de consumo crônico, e com gravidade maior. Já os homens levam um período maior, entre 17 e 20 anos.
Além disso, as mulheres têm taxa de mortalidade de 50% a 100% maior que a dos homens. A farmacocinética do álcool é também responsável por algumas diferenças clínicas encontradas entre os gêneros.
A mucosa gástrica está envolvida na primeira passagem do álcool para o sangue, por meio da enzima álcool desidrogenase, na forma de acetaldeído. Este metabólito tóxico em grandes quantidades aumenta o risco de lesões, principalmente as cardíacas. A atividade da enzima álcool desidrogenase no fígado é menor em mulheres do que em homens, fazendo com que elas permaneçam com nível sérico elevado de álcool por maior tempo, levando a um aumento da concentração de álcool na corrente sanguínea, o que significa um maior impacto nos diferentes sistemas. (referência 8 – 15) 3. E quais as consequências mais frequentes da dependência de álcool nas mulheres? Esteatose, Cirrose Alcoólica, Polineuropatia Periférica, Miocardiopatia Alcoólica, Hipertensão Arterial, disfunções circulatórias e menstruais podem ocorrer com poucos anos de abuso. Para aquelas que bebem diariamente, a chance de desenvolver câncer de mama é 41% maior do que naquelas que não bebem. Variações na organização do cérebro das mulheres, particularmente a ação das neuroesteróides, também incidem na vulnerabilidade delas ao etanol. O sistema de recompensa cerebral, onde se desenvolve a dependência, é influenciado por hormônios e seus fatores liberadores, como o estrogênio, que é um neuroregenerador e melhora a cognição. Diferentemente dos homens, o uso moderado de álcool pelas mulheres em período curto de tempo afeta a cognição, conforme mostram estudos recentes. As mulheres têm menor nível de dopamina, principal neurotransmissor liberado com o uso de substâncias, o que as tornam mais propensas às complicações psiquiátricas. A comorbidade mais prevalente entre dependentes de álcool é a dependência de nicotina: 80 a 90 % dos dependentes de álcool também o são de nicotina, e as mulheres fumantes apresentam 6 vezes mais chances de apresentar dependência de álcool, enquanto os homens têm 3 vezes mais chances. Mulheres dependentes têm risco aumentado de apresentarem algum outro transtorno psiquiátrico (65% contra 44% dos homens), como depressão (quatro vezes), ansiedade (três vezes), bulimia e dependência de outras drogas. Além disso, elas usam mais medicamentos psicoativos e apresentam maior número de problemas relacionado à família. O Transtorno por Uso de Álcool também é prevalente entre aqueles com Transtorno de Humor Bipolar, sendo uma a cada três, com duas vezes mais chance de tentarem o suicídio. (referência 16 – 27) 4. Por que as mulheres demoram a procurar tratamento para a dependência? O estigma existente até hoje sobre mulheres usuárias é grande, o que dificulta sua própria aceitação do problema, além da família e a da comunidade. Imersa no mesmo preconceito, a equipe de saúde não pergunta sobre o comportamento ou sobre os problemas relacionados nos diferentes níveis de atenção à saúde da mulher. Falta treinamento especializado sobre detecção precoce de doenças não transmissíveis, área na qual o tema deveria estar incluído há décadas. As medidas preventivas e de controle da oferta voltadas à mulher que usa o álcool não estão desenvolvidas, o que aumenta sua vulnerabilidade. A mulher tem uma sobrecarga psicossocial e a Política Nacional de Drogas está nos seus primórdios. 5. O que dificulta o tratamento das mulheres dependentes? A maior parte dos tratamentos na área tem sido desenvolvidos para os homens, e não ter acesso a um tratamento que inclua especificidades voltadas ao gênero é uma das barreiras. Outros aspectos são o estigma social; a equipe de saúde sem treinamento; a prole; a alta prevalência de transtornos psiquiátricos em mulheres dependentes; a gravidade dos diferentes transtornos, como por exemplo, nas tentativas de suicídio, mais comportamentos sexuais de risco em mulheres dependentes; como forma de controlar o peso; uso de álcool/drogas na família; abuso sexual e/ou físico, lugar seguro para morar ou realizar tratamento que inclua os filhos; não tem família para participar do tratamento, ser solteiras e por sobrecarga psicossocial (trabalho e filhos) não conseguem aderir ao tratamento, ser gestação e não ser abordada; grupos mistos dificultam a adesão; o tipo de substância, a faixa etária, a escolaridade.
Uma família responsável
Uma árvore não precisa necessariamente ser oca para tombar, basta não ter contato com o solo através de suas raízes.
Há quem diga que o jovem de hoje se difere na capacidade de se relacionar de se envolver de estar presente.
Que vivem em uma bolha onde só há espaço para si... Suas festas ... Seus grupos... Sua turma...
Até quando isso será suficiente??
A jovialidade é um tempo, uma fase, de muitas experiências, de muitas conquistas, experimentação, de riscos e descobrimentos.
Passar por essa fase com inteligência, são poucos que não sucumbem ao vício a negligência da sua própria condição.
Distanciam se da sua própria história .
Setembro amarelo alerta sobre o estado mental psicológico e espiritual das pessoas nos dias de Hoje.
Quando todo espaço ocupado pela jovialidade passar???
O que restará?
Muitos relatam um vazio interior, algum buscam suprir esse vazio buscando fanatismo religioso, drogas, vícios, escravos de comportamentos, até quando?
A família é alicerce sim, ela é a base do entendimento de quem se é ignorar a própria história é ignorar a si mesmo e isso tem um preço e que raramente não é alto a se pagar.
Amigos são importantes?
Sim.
Amigos fazem parte da sua vida?
Sim.
Mas você não pode viver e se apropriar da história de uma vida como se fosse a sua.
Amigo que é amigo não oferece incentiva o uso de DROGAS .
Amigo que é amigo sai do fundo do poço não leva você junto.
Olhos nos Olhos - Quando foi a última vez que você olhou
Já dizia uma letra de música...
"...Olhos quero ver o que você diz..."
Quando foi a última vez que você olhou verdadeiramente nos olhos dos seus filhos?
O método de medição não é "a arma mais maravilhosa para detectar drogas, é só mais um teste antes do exame de sangue
toxicologista Thorsten Binschenck-Domaß
"...Olhos quero ver o que você diz..."
É Assim que Olhos Ficam Quando sob Efeito de Diferentes Tipos de Drogas
Quando foi a última vez que você olhou verdadeiramente nos olhos dos seus filhos?
Cocaína, anfetaminas e THC, além de um número limitado de alucinógenos, levam ao atraso ou falta de reação à luz",. "E esses sintomas podem durar mais que os efeitos subjetivos da substância, muitas horas ou até dois dias. Eles também podem levar a um aumento da sensitividade à claridade."
O método de medição não é "a arma mais maravilhosa para detectar drogas, é só mais um teste antes do exame de sangue
toxicologista Thorsten Binschenck-Domaß
SINAIS E DICAS ESPECÍFICAS DE UM USUÁRIO DE DROGAS
Importante: As informações que descreveremos a seguir constituem uma espécie de guia para se descobrir se seu (sua) filho (a), amigo (a) é usuário (a) de drogas ou não.
1. MACONHA, MARIJUANA, HAXIXE
a) Principais sintomais e sinais de conduta:
Tagarelice, excitabilidade, risadas ou depressão e sonolência. Aumento de apetite (doces principalmente), olhos vermelhos, congestos, alucinações, distúrbios na percepção do tempo e do espaço.
b) Elementos acessórios:
Odor de relva queimada no local, presença de vegetal cinza esverdeado triturado com pequenas sementes lisas, restos de cigarros feitos a mão, dedos manchados e odor nas roupas.
2. ESTIMULANTES, ANFETAMINAS ou “BOLINHAS”, e MODERADORES DE APETITES
a) Principais sintomas e sinais de conduta:
Inquietação, excitabilidade, tagarelice constante, confusão mental, falta de apetite com emagrecimento, insônia, conduta agressiva, boca seca com irritação das narinas (secas), alucinações e dilatação das pupilas.
b) Elementos acessórios:
Presença de comprimidos de diversos tipos, hábito de fumar cigarros constantes, inquietação motora (não pára quieto).
3.DEPRESSORES CENTRAIS, BARBITÚRICOS (HIPNÓTICOS) e TRANQÜILIZANTES
a) Principais sintomas e sinais de conduta:
Sonolência, apatia, indiferença motora, aparência de ébrio, “língua enrolada”, depressão.
b) Elementos acessórios:
Embriaguez sem hábito de álcool, falta de força muscular, presença de comprimidos ou drágeas de diversas cores.
4. SOLVENTES VOLÁTIL, COLA DE SAPATEIRO, DE AEROMODELISMO, LIMPA TIPOS, LANÇA PERFUMES, FLUÍDOS DE LIMPEZA, ÉTER, CLOROFÓRMIO, BENZINA
a) Principais sintomas e sinais de conduta:
Aparência de ébrio, excitação, hilaridade, linguagem enrolada, perda de equilíbrio, olhos vermelhos, nariz escorrendo (constipado), sonolência, inconsciência.
b) Elementos acessórios:
Latas ou bisnagas de cola, frascos de lança-perfumes restos de sólidos ou nódoas em panos, sacos de plástico.
5. LSD, DMT, STP, MESCALINA, PSILOCIBINA, CHÁ DE COGUMELO
a) Principais sintomas e sinais de conduta:
Alucinações, delírios, confusão mental e dificuldades de raciocínio, risos e choros, atitudes impulsivas e irracionais, calafrios, tremores, sudorese, linguagem incoerente, pupila dilatada, reações de pânico com sensação de deformação no corpo e em objetos.
b) Elementos acessórios:
Pequenos comprimidos ou drágeas, cubos de açucar com manchas, restos de cogumelo (com cheiro de esterco), pequenos frascos.
6. COCAÍNA
a) Principais sintomas e sinais de conduta:
Exitação, aumento da atividade, agressividade, idéias delirantes com suspeita de tudo e de todos, palidez acentuada e dilatação da pupila.
b) Elementos acessórios:
Septo nasal perfurado e com pequenas hemorragias, pó branco cristalino, objetos metálicos tipo caixa de rapé ou pequenos tubos metálicos.
7.ÓPIO, MORFINA, HEROÍNA e NARCÓTICOS DE SINTESE (ALGAFAN, PAMBENIL)
a) Principais sintomas e sinais de conduta:
Estupor, analgesia, lacrimejamento, coriza, sonolência, pupila como cabeça de alfinete.
b) Elementos acessórios:
Pó branco cristalino ou escuro, ampolas, frascos, frascos de xarope, seringas hipodérmicas e acessórios, agulhas, manchas de sangue nas roupas, feridas, cicatrizes e abcessos no corpo, dedos queimados.
Cruz azul. Disponível em: <http://www.cruzazul.org.br/nocoes/4.htm>
Assinar:
Comentários (Atom)








