
O amor vem antes mas fica, exatamente, no mesmo nível de importância da Exigência, da Disciplina. Codependência: "Ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento"
1-Princípio, 2-Princípio, 3-Princípio,4-Princípio,5-Princípio, 6-Princípio,7-Princípio,>,8-Princípio, 9-Princípio,10-Princípio,11-Princípio,12-Princípio
E o que é AMOR EXIGENTE???
E o que é AMOR EXIGENTE???
Cooperação - Inspiração
Cooperação
- Inspiração
O quanto você já transmitiu da sua história?
Muitos falam que o mundo mudou que o "jovem" de hoje é muito diferente de antigamente, certamente muito em razão das facilidades e disponibilidades da vida moderna, tudo se consegue rapidamente a partir de uns clic´s.
Contudo embora haja essa idéia, visão de que tudo é diferente existe algo que não difere muito diante de tanta evolução tecnológica e involução humana.
A necessidade de saber Lidar com: perdas, frustrações, desentendimentos, insucessos, repetição de comportamentos nocivos, erros, insistência nos erros.
A rapidez dos dias de hoje mascaram uma facilidade que não é comum na vida cotidiana.
Fala se muito o jargão.. "..minha família é minha base...".
- Base do que?
- Base de inspiração?
- Base religiosa?
- Base egocêntrica?
- Base da farsa da família perfeita?
- Base da facilidade, da incompreensão?,
- Base das palavras não ditas?
- Base do esconde esconde?
- Base da verdade de uma vida?
- Base do futuro onde tudo será melhor, como a espera de um milagre?
Onde essa base encontra espaço verdadeiramente para sua história oficial?
- Há muita vergonha?
- Há muita história não contada ou ignorada?
- Há muitas vitórias, muitas derrotas, insucessos e inúmeros sucessos ao longo da evolução familiar.
- Há muito preconceito? Intolerância?
Famílias perfeitas? Existem?
Talvez do ponto de vista evolutivo cada família é perfeita no sentido de apresentar perfeições ou imperfeições que dignam nossos erros e acertos na busca constante de aprender diante das falhas diante dos per causos no caminho.
Quando a família deixa sua história longe dos seus descendentes acaba por deixar lacunas que de uma forma ou de outra interferem na própria evolução familiar.
E o mais interessante, disso tudo, é que em algum momento da vida haverá essa curiosidade própria ou de terceiros de saber sobre a sua própria história familiar, como foi a formação da sua família dos seus pais? Avós? Tios? Primos? O que essa raiz tem relação com quem você é hoje?
É uma parte importante do aprendizado de um ser humano saber da sua história.
Quando você não cumpre sua responsabilidade da direito a outros cumprirem e o locutor poderá não ter o mesmo compromisso com a veracidade da história contada, poderá manipular situações conforme seu próprio interesse preconceito, ignorância/intolerância.
A raiz de uma família não se faz de apenas por uma via o desenvolvimento de um novo ser depende de mais de uma pessoa, sendo assim existem muitas vidas em torno de uma VIDA, que vai alem de um conto de fadas.
E cada uma com sua história de Vida.
A formação da personalidade, de um individuo se faz a partir de suas vivencias e isso é um fato.
Ah! Você não sabia???
Sim álcool e DROGA.
Ana Cecilia Petta Roselli Marques 1.Como se explica o aumento do consumo de álcool entre as mulheres hoje?
Historicamente, problemas relacionados ao consumo de álcool e outras drogas são mais comuns em homens que, até hoje, apresentam maior taxa de abuso, dependência e consequências.
A partir da 2ª Guerra Mundial, com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e em profissões antes restritas aos homens, hábitos masculinos passaram a ser replicados por elas, entre os quais a iniciação precoce do uso de substâncias. Durante muito tempo desprotegidas pela falta de uma política integral, equânime e justa, composta de medidas preventivas focadas nas vulnerabilidades femininas, elas ficam expostas a muitos fatores de risco.
Um exemplo são às campanhas de marketing das indústrias de bebidas, que compreendem desde produtos criados para públicos específicos até propagandas desenhadas para vender o produto para as mulheres.
2. O Transtorno por Uso de Substâncias (TUS) funciona da mesma forma para homens e mulheres? NG
diferenças são identificadas entre homens e mulheres quanto ao uso de álcool e às respostas biológicas. A mulher tem menos água corporal comparada ao homem, o que faz com que o álcool e outras substâncias fiquem mais concentrados e ela mais intoxicada.
É
observado o adoecimento em um menor intervalo de tempo, entre 12 e 15 anos de consumo crônico, e com gravidade maior. Já os homens levam um período maior, entre 17 e 20 anos.
Além disso, as mulheres têm taxa de mortalidade de 50% a 100% maior que a dos homens. A farmacocinética do álcool é também responsável por algumas diferenças clínicas encontradas entre os gêneros.
A mucosa gástrica está envolvida na primeira passagem do álcool para o sangue, por meio da enzima álcool desidrogenase, na forma de acetaldeído. Este metabólito tóxico em grandes quantidades aumenta o risco de lesões, principalmente as cardíacas. A atividade da enzima álcool desidrogenase no fígado é menor em mulheres do que em homens, fazendo com que elas permaneçam com nível sérico elevado de álcool por maior tempo, levando a um aumento da concentração de álcool na corrente sanguínea, o que significa um maior impacto nos diferentes sistemas. (referência 8 – 15) 3. E quais as consequências mais frequentes da dependência de álcool nas mulheres? Esteatose, Cirrose Alcoólica, Polineuropatia Periférica, Miocardiopatia Alcoólica, Hipertensão Arterial, disfunções circulatórias e menstruais podem ocorrer com poucos anos de abuso. Para aquelas que bebem diariamente, a chance de desenvolver câncer de mama é 41% maior do que naquelas que não bebem. Variações na organização do cérebro das mulheres, particularmente a ação das neuroesteróides, também incidem na vulnerabilidade delas ao etanol. O sistema de recompensa cerebral, onde se desenvolve a dependência, é influenciado por hormônios e seus fatores liberadores, como o estrogênio, que é um neuroregenerador e melhora a cognição. Diferentemente dos homens, o uso moderado de álcool pelas mulheres em período curto de tempo afeta a cognição, conforme mostram estudos recentes. As mulheres têm menor nível de dopamina, principal neurotransmissor liberado com o uso de substâncias, o que as tornam mais propensas às complicações psiquiátricas. A comorbidade mais prevalente entre dependentes de álcool é a dependência de nicotina: 80 a 90 % dos dependentes de álcool também o são de nicotina, e as mulheres fumantes apresentam 6 vezes mais chances de apresentar dependência de álcool, enquanto os homens têm 3 vezes mais chances. Mulheres dependentes têm risco aumentado de apresentarem algum outro transtorno psiquiátrico (65% contra 44% dos homens), como depressão (quatro vezes), ansiedade (três vezes), bulimia e dependência de outras drogas. Além disso, elas usam mais medicamentos psicoativos e apresentam maior número de problemas relacionado à família. O Transtorno por Uso de Álcool também é prevalente entre aqueles com Transtorno de Humor Bipolar, sendo uma a cada três, com duas vezes mais chance de tentarem o suicídio. (referência 16 – 27) 4. Por que as mulheres demoram a procurar tratamento para a dependência? O estigma existente até hoje sobre mulheres usuárias é grande, o que dificulta sua própria aceitação do problema, além da família e a da comunidade. Imersa no mesmo preconceito, a equipe de saúde não pergunta sobre o comportamento ou sobre os problemas relacionados nos diferentes níveis de atenção à saúde da mulher. Falta treinamento especializado sobre detecção precoce de doenças não transmissíveis, área na qual o tema deveria estar incluído há décadas. As medidas preventivas e de controle da oferta voltadas à mulher que usa o álcool não estão desenvolvidas, o que aumenta sua vulnerabilidade. A mulher tem uma sobrecarga psicossocial e a Política Nacional de Drogas está nos seus primórdios. 5. O que dificulta o tratamento das mulheres dependentes? A maior parte dos tratamentos na área tem sido desenvolvidos para os homens, e não ter acesso a um tratamento que inclua especificidades voltadas ao gênero é uma das barreiras. Outros aspectos são o estigma social; a equipe de saúde sem treinamento; a prole; a alta prevalência de transtornos psiquiátricos em mulheres dependentes; a gravidade dos diferentes transtornos, como por exemplo, nas tentativas de suicídio, mais comportamentos sexuais de risco em mulheres dependentes; como forma de controlar o peso; uso de álcool/drogas na família; abuso sexual e/ou físico, lugar seguro para morar ou realizar tratamento que inclua os filhos; não tem família para participar do tratamento, ser solteiras e por sobrecarga psicossocial (trabalho e filhos) não conseguem aderir ao tratamento, ser gestação e não ser abordada; grupos mistos dificultam a adesão; o tipo de substância, a faixa etária, a escolaridade.
Ana Cecilia Petta Roselli Marques 1.Como se explica o aumento do consumo de álcool entre as mulheres hoje?
Historicamente, problemas relacionados ao consumo de álcool e outras drogas são mais comuns em homens que, até hoje, apresentam maior taxa de abuso, dependência e consequências.
A partir da 2ª Guerra Mundial, com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e em profissões antes restritas aos homens, hábitos masculinos passaram a ser replicados por elas, entre os quais a iniciação precoce do uso de substâncias. Durante muito tempo desprotegidas pela falta de uma política integral, equânime e justa, composta de medidas preventivas focadas nas vulnerabilidades femininas, elas ficam expostas a muitos fatores de risco.
Um exemplo são às campanhas de marketing das indústrias de bebidas, que compreendem desde produtos criados para públicos específicos até propagandas desenhadas para vender o produto para as mulheres.
2. O Transtorno por Uso de Substâncias (TUS) funciona da mesma forma para homens e mulheres? NG
diferenças são identificadas entre homens e mulheres quanto ao uso de álcool e às respostas biológicas. A mulher tem menos água corporal comparada ao homem, o que faz com que o álcool e outras substâncias fiquem mais concentrados e ela mais intoxicada.
É
observado o adoecimento em um menor intervalo de tempo, entre 12 e 15 anos de consumo crônico, e com gravidade maior. Já os homens levam um período maior, entre 17 e 20 anos.
Além disso, as mulheres têm taxa de mortalidade de 50% a 100% maior que a dos homens. A farmacocinética do álcool é também responsável por algumas diferenças clínicas encontradas entre os gêneros.
A mucosa gástrica está envolvida na primeira passagem do álcool para o sangue, por meio da enzima álcool desidrogenase, na forma de acetaldeído. Este metabólito tóxico em grandes quantidades aumenta o risco de lesões, principalmente as cardíacas. A atividade da enzima álcool desidrogenase no fígado é menor em mulheres do que em homens, fazendo com que elas permaneçam com nível sérico elevado de álcool por maior tempo, levando a um aumento da concentração de álcool na corrente sanguínea, o que significa um maior impacto nos diferentes sistemas. (referência 8 – 15) 3. E quais as consequências mais frequentes da dependência de álcool nas mulheres? Esteatose, Cirrose Alcoólica, Polineuropatia Periférica, Miocardiopatia Alcoólica, Hipertensão Arterial, disfunções circulatórias e menstruais podem ocorrer com poucos anos de abuso. Para aquelas que bebem diariamente, a chance de desenvolver câncer de mama é 41% maior do que naquelas que não bebem. Variações na organização do cérebro das mulheres, particularmente a ação das neuroesteróides, também incidem na vulnerabilidade delas ao etanol. O sistema de recompensa cerebral, onde se desenvolve a dependência, é influenciado por hormônios e seus fatores liberadores, como o estrogênio, que é um neuroregenerador e melhora a cognição. Diferentemente dos homens, o uso moderado de álcool pelas mulheres em período curto de tempo afeta a cognição, conforme mostram estudos recentes. As mulheres têm menor nível de dopamina, principal neurotransmissor liberado com o uso de substâncias, o que as tornam mais propensas às complicações psiquiátricas. A comorbidade mais prevalente entre dependentes de álcool é a dependência de nicotina: 80 a 90 % dos dependentes de álcool também o são de nicotina, e as mulheres fumantes apresentam 6 vezes mais chances de apresentar dependência de álcool, enquanto os homens têm 3 vezes mais chances. Mulheres dependentes têm risco aumentado de apresentarem algum outro transtorno psiquiátrico (65% contra 44% dos homens), como depressão (quatro vezes), ansiedade (três vezes), bulimia e dependência de outras drogas. Além disso, elas usam mais medicamentos psicoativos e apresentam maior número de problemas relacionado à família. O Transtorno por Uso de Álcool também é prevalente entre aqueles com Transtorno de Humor Bipolar, sendo uma a cada três, com duas vezes mais chance de tentarem o suicídio. (referência 16 – 27) 4. Por que as mulheres demoram a procurar tratamento para a dependência? O estigma existente até hoje sobre mulheres usuárias é grande, o que dificulta sua própria aceitação do problema, além da família e a da comunidade. Imersa no mesmo preconceito, a equipe de saúde não pergunta sobre o comportamento ou sobre os problemas relacionados nos diferentes níveis de atenção à saúde da mulher. Falta treinamento especializado sobre detecção precoce de doenças não transmissíveis, área na qual o tema deveria estar incluído há décadas. As medidas preventivas e de controle da oferta voltadas à mulher que usa o álcool não estão desenvolvidas, o que aumenta sua vulnerabilidade. A mulher tem uma sobrecarga psicossocial e a Política Nacional de Drogas está nos seus primórdios. 5. O que dificulta o tratamento das mulheres dependentes? A maior parte dos tratamentos na área tem sido desenvolvidos para os homens, e não ter acesso a um tratamento que inclua especificidades voltadas ao gênero é uma das barreiras. Outros aspectos são o estigma social; a equipe de saúde sem treinamento; a prole; a alta prevalência de transtornos psiquiátricos em mulheres dependentes; a gravidade dos diferentes transtornos, como por exemplo, nas tentativas de suicídio, mais comportamentos sexuais de risco em mulheres dependentes; como forma de controlar o peso; uso de álcool/drogas na família; abuso sexual e/ou físico, lugar seguro para morar ou realizar tratamento que inclua os filhos; não tem família para participar do tratamento, ser solteiras e por sobrecarga psicossocial (trabalho e filhos) não conseguem aderir ao tratamento, ser gestação e não ser abordada; grupos mistos dificultam a adesão; o tipo de substância, a faixa etária, a escolaridade.
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