Quem nunca Errou?

O Erro dos Outros e os Meus Erros.

Quando falamos de Resgate, de Busca de entendimento, de qualidade de vida efetivamente nos deparamos com a necessidade intransferível de Mudança, que somente pode ou passa a  acontecer com o nosso reconhecimento sobre nossas deficiências, dificuldades, falhas e a forma de lidarmos com a vida cotidiana.

Invariavelmente ao frequentar um grupo de ajuda mutua que se propõe a dar e receber apoio em nossas necessidades diante da problemática mudança de vida.

Por diversas vezes nos deparamos com sentimentos de raiva, rancor, indignação, não  aceitação, irritabilidade, desconforto, incompreensão diante de conceitos e/ou ensinamentos propostos nessa busca por uma qualidade de vida.

E em alguns momentos é possível que as agruras do caminho, as verdades da vida batam de frente com a nossa falta de aceitação impactando no nosso próprio “ego”.

Embora muitas vezes não seja tarefa fácil absorvermos esse impacto no aprendizado e tão pouco darmos o espaço e o tempo necessário para o entendimento, guardamos ressentimentos que nos toma diante da não aceitação. 

E ha casos em que esse sentimento fica ali guardado ou sendo alimentada a cada nova discordância a cada nova não aceitação. 



Se não ha reflexão, se não há uma busca por uma espiritualidade fica ainda mais difícil ter a humildade de aceitar, a visão fica turva e só tende a ficar mais turva a medida que vamos guardando ressentimentos, e quanto mais turva menos se enxerga com clareza as coisas os acontecimento que estão diante de nós, interferindo de forma negativa no entendimento e impedindo ações corretas livres de rancor, frustrações, ressentimentos, revolta e vingança.

Qual o sentimento ao nos depararmos com o erro do outro?
.
.
.

Sentimentos de revanche de vingança (lembrando de todos aqueles momentos em que ouvi o que não gostei embora fosse verdade, daquela discordância quando acreditava estar 100% com a razão, embora não estivesse) devem dar lugar a compreensão mais do que qualquer outro sentimento. 

Compreender que somos seres que erram/falham ocasionalmente, mas que na falha podemos encontrar uma forma de transformar os erros em crescimento pessoal de quem está disposto a aprender verdadeiramente.

Não dê vazão a sentimentos do tipo:
"agora é minha vez..."
".... Agora vais ver o que é bom...".

Como superar a codependência?


Se você se sente apegado a alguém que é o centro do seu mundo, a razão da sua existência e sem a qual você não consegue se desenvolver na vida, será possível mudar isto?

 É possível superar ser codependente?
 A resposta é sim.

Por que você sente que a sua vida não vale a pena? 

O que é que o impossibilita de não depender de ninguém? 

Procure no seu interior aquilo que o faz se sentir inferior, reflita e pense se realmente isto é assim ou não. 

Você não vale menos que ninguém. Por que não começar de novo?

Como pessoa codependente os seus pensamentos estarão cheios de frases tais como 
“não sei”, 
“não consigo”, 
“ele saberá como fazê-lo”

Elimine estes pensamentos de uma vez por todas.

És capaz de buscar uma Vida com mais qualidade e alegria.