O amor vem antes mas fica, exatamente, no mesmo nível de importância da Exigência, da Disciplina. Codependência: "Ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento"
1-Princípio, 2-Princípio, 3-Princípio,4-Princípio,5-Princípio, 6-Princípio,7-Princípio,>,8-Princípio, 9-Princípio,10-Princípio,11-Princípio,12-Princípio
E o que é AMOR EXIGENTE???
E o que é AMOR EXIGENTE???
Cuidados Importantes
Sinais psicológicos de bullying
A criança ou adolescente que está sofrendo bullying evita contactar com o agressor para não sofrer e manifesta sinais como:
- Falta de interesse pela escola, fazendo birra por não querer ir com medo de agressão física ou verbal;
- Isolamento, evitando estar próximo dos amigos e família, fechando-se no quarto e não desejando sair com colegas;
- Tem notas mais baixas na escola, devido à falta de atenção nas aulas;
- Não se valoriza, referindo ser incapaz com frequência;
- Ter ataques de fúria e impulsividade, querendo bater em si e nos outros ou atirando com objetos.
Estes sinais indicam tristeza, insegurança e falta de auto-estima e, normalmente, o estresse constante também provoca sinais físicos na criança.
Sinais físicos de bullying
Alguns dos sinais físicos que os pais devem estar atentos incluem:
- Chorar constantemente e aparentemente sem motivo;
- Manter-se cabisbaixo, sentindo cansado;
- Ter problemas para dormir, apresentando pesadelos;
- Apresentar feridas no corpo e, que a criança diz não saber como surgiu;
Você já ouviu Falar disto?
Zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco.
Epa! Epa! Epa!
Tem gente que sente arrepios ao ouvir falar de sair da zona de conforto.
tipo de medo/ansiedade/risco -
Por isso é importante sempre pontuarmos e deixar o mais claro possível a idéia ou mensagem que se deseja transmitir.
Sobretudo quando falamos em recuperação da qualidade de vida.
A direção que escolhemos para nossa própria vida é de nossa total responsabilidade.
Estabelecer metas e procurar cumpri-las verdadeiramente já é um bom sinal.
O compromisso com nosso bem estar, com nossa própria vida nosso autoconhecimento.
Aprender, espiritualizar-se, buscar conhecimento ter iniciativa, informar-se.
Epa! Epa! Epa!
Tem gente que sente arrepios ao ouvir falar de sair da zona de conforto.
tipo de medo/ansiedade/risco -
O quanto as palavras podem nos levar a grandes ou pequenas reflexões ou o quanto podemos assimilar simplesmente sem qualquer questionamento ou dúvida.
Quem conhece ou reconhece o problema socio-psico-espiritual, DROGAS
Entende ou busca entender essa relação do medo/ansiedade/risco.
E o quanto o entendimento de se colocar a prova nessa idéia de "SAIR DA ZONA DE CONFORTO" pode representar muito mais do que uma simples atitude de movimento.
Por isso é importante sempre pontuarmos e deixar o mais claro possível a idéia ou mensagem que se deseja transmitir.
Mas sair dessa tal zona de conforto não tem nada haver com atitudes irresponsáveis, onde a pessoa se coloca em risco diante de situações e ou de pessoas de risco.
Sobretudo quando falamos em recuperação da qualidade de vida.
A direção que escolhemos para nossa própria vida é de nossa total responsabilidade.
Estabelecer metas e procurar cumpri-las verdadeiramente já é um bom sinal.
O compromisso com nosso bem estar, com nossa própria vida nosso autoconhecimento.
Aprender, espiritualizar-se, buscar conhecimento ter iniciativa, informar-se.
Convivendo com o dep. Químico em recuperação
Você sabia que é responsável pelo seu próprio comportamento. Você tem a escolha de ajudar o seu familiar a evitar o consumo de substâncias, através do adequado estabelecimento de limites, acolhimento, orientações e tratamento;
A dependência do seu familiar não é um sinal de castigo ou punição da sua família. Infelizmente, isso pode ocorrer em qualquer família, como quaisquer outras doenças;
Não ameace, acuse, não fique apontando ou enumerando os erros do passado do seu familiar dependente. Isso apenas tornará você o foco da raiva e frustrações do seu familiar dependente; além disso, não ajudará o mesmo a modificar o seu comportamento;
Porém, não mascare, desculpe ou proteja o dependente das conseqüências naturais do seu comportamento. Fazendo isso, você se torna “cúmplice” na perpetuação dos comportamentos irresponsáveis ou inadequados do adicto;
E saiba que vasculhar fatos no passado do dependente, como traumas infantis, estresse no trabalho, problemas conjugais, buscando justificar o uso de drogas ao contrário do que possa parecer não irá ajudar em nada.
Não acredite que fazer “jogos de culpa” irá funcionar com o indivíduo dependente.
Não acredite que fazer “jogos de culpa” irá funcionar com o indivíduo dependente.
Tipo assim: dizer que “se você realmente gostasse de mim, você pararia de usar drogas” realmente não funciona. Culpa não funciona;
O que já sabemos sobre o uso da manipulação?? NÃO faça o uso de ameaças como forma de manipulação.
O que já sabemos sobre o uso da manipulação?? NÃO faça o uso de ameaças como forma de manipulação.
Mas Você pode e DEVE estabelecer limites, mas primeiro pense cuidadosamente e, então, esteja preparada (o) para ir adiante.
Se você não sabe o que dizer, é melhor não dizer nada;
Tipos de codependenci
Inconscientemente, o co-dependente se transforma em vítima, dizendo "sou coitado, mas veja como sou forte e o que eu tenho de suportar",
A) codependencia conjugal:
Há uma alternância entre vítima e algoz e uma dificuldade grande em romper esse padrão de comportamento, embora haja muitas queixas, de forma geral os filhos não encontram espaço nessa relação.
B) codependencia familiar:
Podemos encontrar esse tipo nas famílias tipicamente tradicionais e fechadas são pouco receptivas a mudanças, tem muita dificuldade em interagir com outras famílias.
C) codependencia grupal:
O grupo tende a manter e exercer forte influência de pressão sobre os membros que se mostram frágeis a mudanças, demonstram resistência a entrada e saída do integrantes. O que pode ser observado na atitude e comportamento dos integrantes.
"Eu quis viver a vida do outro, esquecendo da minha própria. Sempre fui co-dependente em todos os meus relacionamentos. Essa doença não permite que sejamos nós mesmas", conta Maria (nome fictício), em uma reunião do Mada (Mulheres que Amam Demais Anônimas).
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