Você já ouviu Falar disto?

Zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco.



Epa! Epa! Epa!

Tem gente que sente arrepios ao ouvir falar de sair da zona de conforto.


tipo de medo/ansiedade/risco

O quanto as palavras podem nos levar a grandes ou pequenas reflexões ou o quanto podemos assimilar simplesmente sem qualquer questionamento ou dúvida.


Quem conhece ou reconhece o problema socio-psico-espiritual, DROGAS
Entende ou busca entender essa relação do medo/ansiedade/risco.

E o quanto o entendimento de se colocar a prova nessa idéia de     "SAIR DA ZONA DE CONFORTO" pode representar muito mais do que uma simples atitude de movimento.

Por isso é importante sempre pontuarmos  e deixar o mais claro possível a idéia ou mensagem que se deseja transmitir.




Mas sair dessa tal zona de conforto não tem nada haver com atitudes irresponsáveis, onde a pessoa se coloca em risco diante de situações e ou de pessoas de risco.

Sobretudo quando falamos em recuperação da qualidade de vida.


A direção que escolhemos para nossa própria vida é de nossa total responsabilidade.


Estabelecer metas e procurar cumpri-las verdadeiramente já é um bom sinal.


O compromisso com nosso bem estar,  com nossa própria vida nosso autoconhecimento


Aprender, espiritualizar-se, buscar conhecimento ter iniciativa, informar-se.









Convivendo com o dep. Químico em recuperação




Você sabia que  é responsável pelo seu próprio comportamento. Você tem a escolha de ajudar o seu familiar a evitar o consumo de substâncias, através do adequado estabelecimento de limites, acolhimento, orientações e tratamento;

A dependência do seu familiar não é um sinal de castigo ou punição  da sua família. Infelizmente, isso pode ocorrer em qualquer família, como quaisquer outras doenças;

Não ameace, acuse, não fique apontando ou enumerando os erros do passado do seu familiar dependente. Isso apenas tornará você o foco da raiva e frustrações do seu familiar dependente; além disso, não ajudará o mesmo a modificar o seu comportamento;

Porém, não mascare, desculpe ou proteja o dependente das conseqüências naturais do seu comportamento. Fazendo isso, você se torna “cúmplice” na perpetuação dos comportamentos irresponsáveis ou inadequados do adicto;


E saiba que vasculhar fatos no passado do dependente, como traumas infantis, estresse no trabalho, problemas conjugais, buscando justificar o uso  de drogas ao contrário do que possa parecer não irá ajudar em nada.

Não acredite que fazer “jogos de culpa” irá funcionar com  o indivíduo dependente.


Tipo assim:  dizer que “se você realmente gostasse de mim, você pararia de usar drogas” realmente não funciona. Culpa não funciona;

O que já sabemos  sobre o uso da manipulação?? NÃO faça o uso de ameaças como forma de manipulação. 

Mas Você pode e DEVE estabelecer limites, mas primeiro pense cuidadosamente e, então, esteja preparada (o) para ir adiante. 

Se você não sabe o que dizer, é melhor não dizer nada;

Tipos de codependenci


Inconscientemente, o co-dependente se transforma em vítima, dizendo "sou coitado, mas veja como sou forte e o que eu tenho de suportar", 

A) codependencia conjugal:
 Há uma alternância entre vítima e algoz e uma dificuldade grande em romper esse padrão de comportamento, embora haja muitas queixas, de forma geral os filhos não encontram espaço nessa relação.

B) codependencia familiar:
Podemos encontrar esse tipo nas famílias tipicamente tradicionais e fechadas são pouco receptivas a mudanças, tem muita dificuldade em interagir com outras famílias.

C) codependencia grupal:
O grupo tende a manter e exercer forte influência de pressão sobre os membros que se mostram frágeis a mudanças, demonstram resistência a entrada e saída do integrantes. O que pode ser observado na atitude e comportamento dos integrantes.


"Eu quis viver a vida do outro, esquecendo da minha própria. Sempre fui co-dependente em todos os meus relacionamentos. Essa doença não permite que sejamos nós mesmas", conta Maria (nome fictício), em uma reunião do Mada (Mulheres que Amam Demais Anônimas).




Medo de nada, só Amor

Mãe.
Dá se o nome a toda aquela que gera um novo ser,
mas também dá se o nome a toda aquela que
nutre, que acolhe, que educa, que conduz
ao crescimento e amadurecimento, que traduz,
que reluz um sentimento sublime de
acolhimento, afago, humildade, generosidade,
amabilidade, carinho, compreensão, apresso,
Amor.
Mãe a personificação da palavra amor em um ser
humano.
Amor de mãe não se esquece apenas se sente.
O ofício que garante a humanidade a garra,
perseverança, determinação, na busca da de garantir a  Vida
em sua plenitude,
mesmo diante de toda negação de sua prole.
"Medo de nada, só Amor".