Veja

Unam-se,  pelo que há de positivo em cada um, aprimorem-se no que há de negativo em cada um, reconheçam-se como o ser Humano que se tornaram e vislumbram o que desejam ser com a mesma convicção do Amor que tem em você e hajam com determinação e verdade com a pressa de quem reconhece a urgência da Mudança de Vida, mas com a paciência de quem entende que  nem sempre da primeira vez sairá 100% e tente outra vez!.

É através da força da nossa união como família, como sociedade, como Grupo de apoio interno ou externo ao nosso seio familiar que conseguimos fazer com que "eu consiga fazer o que sozinho eu não consigo " mas que precisa ser feito.

Somos mais capazes do que muitas vezes achamos ser!
E isso é um Fato.

Então o que VOCÊ escolhe!


"ah! amanha então..." Amanhã é o caminho que vai dar no deserto chamado nunca!"

É através do apoio mútuo que encontramos nossa força para fazer o que precisa ser feito.

 Grupo de apoio 
Dá Esperança:
Assistindo às mudanças, ao sucesso dos outros, reforça-se a própria atitude positiva
Traz Responsabilidade:
A solução de seu problema está em suas mãos, nunca nas do terapeuta ou de outras pessoas
Incentiva a Mudança:
Sem nenhum interesse pessoal, os membros do grupo facilitam avaliações verdadeiras e mostram a necessidade de mudança de valores através de confrontos cheios de Amor e Firmeza
Traz a Auto-estima positiva:
Impede sentimentos de Onipotência ou Impotência diante dos problemas; Você reconhece seus sentimentos com autenticidade, alcança seu auto-conhecimento e autoconfiança

Esse texto É para você e todas aquelas pessoas que tornam possível


O Ser presente...
Nos grupos de ajuda mutua ( #grupodeajuda), onde sua principal característica é o Voluntariado, aquele que voluntariamente doa seu tempo, suas aptidões e Conhecimento e Força de vontade. Doa sua presença, Doa seu prestar atenção, doa muitas vezes o Seu silencio, com intuito de apenas contribuir ouvindo. não é incomum termos voluntários cujo a chegada no grupo foi cheia de Incertezas medos a falta de entendimento e apoio, chegando ao descredito Pelo trabalho realizado nos grupos de ajuda mutua e até mesmo sobre uma Possível recuperação. 

Alguns muitos perseveram, alguns muitos depois de passarem a ter sucesso na Caminhada em busca de uma recuperação... Permanecem contribuindo de forma Voluntária. Feliz daquele que pode reforçar tudo que aprendeu e vivenciou através dessa Contribuição para com aqueles que estão chegando ( #amorexigente ), igualmente a um passado.

 Cheio de medos angustias, sofrimentos, descréditos e as vezes com pouca Esperança ou nenhuma esperança. O trabalho voluntario ( #trabalhovoluntario) é um ato de amor próprio Estendido ao seu semelhante. São pessoas que reconhecem ser capaz de Contribuir de forma positiva na transformação Dessa sociedade que tem perdido seus valores morais e éticos ao longo DO tempo. 

Parabéns a todos aqueles que de alguma forma doam essa forma de amor ao próximo e Que mesmo depois de atingirem seus objetivos mais particulares encontram um motivo, Uma razão para voltar ao grupo e contribuir de forma voluntária para o seguimento desse Trabalho que contribui de uma forma tão especial no resgate da força, da fé, e da alegria. Parabéns.

Psicologia da Aprendizagem: Aprender a Aprender

Psicologia da Aprendizagem: 
Aprender a Aprender 
Rui Manuel Carreteiro
Psicólogo Clínico – Psicoterapeuta – Neuropsicólogo
Professor e Membro do Conselho Científico do Instituto Nacional de Psicologia e Neurociências 
or aprendizagem compreende uma 
mudança das nossas habilidades – 
modo de fazer e de conhecer – mais 
ou menos permanente e resultante da nossainteracção com a experiência anterior. 
A aprendizagem depende das estratégias de aprendizagem, ou seja, do plano de aprendizagem formulado para atingir determinado efeito. 
No que concerne à codificação e 
compreensão de materiais, é importante a compreensão completa do discurso (pequenos  excertos não compreendidos prejudicam a relação global d matéria dificultandnão só a 
memorização como também a aprendizagem),  e uma codificação flexível da informação, na qual o sujeito estabeleça várias vias de acesso a determinada informação. 
Estudar tentando compreender é sempre preferível a estudar procurando apenas memorizar não só porque promove uma melhor ligação interligação entre os conteúdos – o que facilita e flexibiliza as respostas – como também exige menos esforço da capacidade de memória: É mais fácil decorar o nome de seis países se compreendermos que eles pertencem à União Europeia, do que se tentarmos decora-los isoladamente sem nenhuma ligação entre si. 
A leitura em voz alta é preferível à leitura em voz baixa não só porque é mais lenta, como também recorre melhor à compreensão e reorganização da informação. 
No que concerne à organização das 
matérias, é sempre preferível uma organização pessoal do que uma organização proposta ou pre-existente. Em estudo sobre estratégias de aprendizagem nos anos 90 encontra diferenças entre os bons e maus alunos, relacionadas com o tempo despendido na organização de notas e apontamentos de leitura. As melhores reorganizações são as que têm notas de leitura e apontamentos. As anotações das aulas são muito mais eficientes quando são sujeitas a uma reorganização que deve ser sempre realizada pelo próprio sujeito, já que as notas pessoais são mais produtivas do que as cedidas por colegas, já que implicam um maior envolvimento do sujeito. 
Os esquemas são muito importantes, não só porque permitem uma melhor organização da matéria, como pelo seu carácter visual permitem aceder mais facilmente à informação retendo na memória visual uma ideia geral do esquema. Um colega meu referia-me a propósito de um exame que era como se tivesse fotografias dos esquemas que tinha realizado e quando precisava de uma resposta fazia como que um zoom para encontrar a informação pretendida. 
Alguns estudos revelam que a aprendizagem de determinadas matérias fica associado ao local onde o estudo decorreu.