Codependência

Codependência: é a doença da perda da alma ou de nossa verdadeira identidade. É uma maneira de sobreviver a situações dramáticas e crescer em ambientes inseguros e dolorosos.

Os padrões de codependênciaA codependência que definem nossas escolhas, comportamentos e atitudes. Estes papéis têm a função tanto de encobrir o vazio de identidade, quanto o de dar algum significado à nossa percepção confusa ou distorcida de mundo.
 
"Salvador" ou "Consertador" - a auto estima destas pessoas passa a depender da capacidade de ajudar ou "salvar" outras pessoas, especialmente as "vítimas", aquelas que não querem se responsabilizar pelos próprios problemas
 
"Agradadores" - estão sempre preocupados em agradar, pois não acreditam que as pessoas com as quais convivem possam achá-los interessantes - com base numa auto estima negativa os "agradadores" estão sempre se achando inoportunos ou impróprios;
 
"Inadequados" ou "perdedores" - sentem-se como os "agradadores" - imperfeitos, "defeituosos", "errados" - mas desistiram de fazer qualquer esforço para agradar. Ao contrário, se envolvem em situações difíceis ou desastrosas apenas para confirmar o papel de "perdedores";

"Perfeccionistas" - acreditam que apenas serão amados ou reconhecidos se forem "perfeitos". Perfeccionistas são extremamente críticos e severos consigo mesmos e com os outros, o que gera relacionamentos conflituosos e estressantes;

"Super-empreendedores" - são escolhidos como "heróis" da família, aqueles que irão encobrir as dificuldades, humilhações e derrotas do passado através de grandes feitos - tornarem-se cientistas renomados, empresários de sucesso, artistas conhecidos. Tem compulsão pelo trabalho, e pouco tempo para relacionamentos com outras pessoas ou consigo mesmo;

"Narcisistas" - são extremamente inseguros e apresentam baixa auto estima, que encobrem com uma "fachada" de autoconfiança elevada e grande capacidade de manipular e iludir os "agradadores", "inadequados" e "super-empreendedores". Não aceitam ser questionados ou criticados, e precisam ser sempre o centro das atenções. 




(Editora Gente), e Mitos Organizacionais

Ainda sobre Comportamento - 6º Princípio - Comportamento



A verdadeira mudança de comportamento: como parar com um hábito
Não é apenas uma questão de conhecimento ou habilidade, mas estar constantemente motivado a manter e continuar buscando essas mudanças que lhe trazem satisfação.
É fácil se identificar com aquelas pessoas que fazem planos de mudanças em suas vidas durante esse período inicial de planejamento de desejo estão cheias de convicções cheias de alegria e esperança, enfim motivadas...  O triste é que muitas dessas pessoas que iniciam uma mudança no seu estilo de vida não passam de algumas semanas,  começam bem com muita motivação e logo vão perdendo o entusiasmo. Algumas não conseguem nem mesmo iniciar esse processo, porque nunca conseguem a motivação exigida para começar.

“Acho que na segunda-feira  irei começar...”.... 

Embora veremos a crise apenas no 7º Princípio ela muitas vezes nos motiva a Mudar.
Parar com um hábito exige estratégias de motivação de curto e de longo prazo. Quando uma crise é o gatilho que faz alguém querer fazer algo diferente, isso pode ser eficaz apenas no curto prazo.

A motivação é como o Banho deve ser Renovado a cada Dia.
Muitas vezes quando já estamos no caminho certo à motivação começa a perder sua  força.
Precisamos de mecanismos que ajudam a manter a motivação.  Daí a importância das metas ela ira representar aquilo que chamamos de Motivação em Direção a tudo aquilo que queremos buscar.
A medida que você vai vencendo e atingindo as suas metas você vai ficando com a sua motivação em alta lhe dando um empurrão em direção de novas metas esse é o beneficio mais energia para afastar tudo aquilo que não quer mais e ao mesmo tempo uma energia que lhe puxa para tudo que você deseja de melhor para você.
Mas jamais inicie com metas longes demais difíceis demais... Pois talvez o resultado não seja o esperado.
“Quem nunca ouviu a expressão...” para baixo tudo é mais fácil..” é quando falamos de mudança de hábitos não é muito diferente... os hábitos não precisam de esforço para se manterem e isso vale para os bons e para os ruins...
Já notaram que os hábitos são como rituais que praticamos sem pensar. São procedimentos que estamos psicologicamente comprometidos. São como formulas que reagem ao estimulo. Um andar um olhar uma forma de sentar-se, um cheiro, um lugar, uma ação.

Reforço: hábitos são iguais a correr montanha abaixo
Hum.... Então preciso agir de forma diferente a mudança deve ser uma coisa fácil ou pelo menos que facilite sua manutenção.. uma dica legal é colocar  esse desejo de mudança esse novo habito no meio de algo que você faz normalmente sem sofreguidão. Exemplo se eu preciso escovar os dentes todos os dias pela manhã... ate que isso se torne um habito que esse material esteja visível  logo junto com  a pia onde irei lavar o rosto....
Quando conseguimos colocar o novo comportamento como parte do que fazemos normalmente, ou seja, aquilo que conseguimos fazer sem que tenhamos  decidir cada vez, notaremos que ele ira receber reforços gradualmente.
No que você acredita???

Crenças, valores e quem você é.
Se você não acredita que é possível mudar um hábito, nenhuma das estratégias de motivação listadas acima irá funcionar. Procure por um exemplo na sua vida onde você fez uma mudança significativa. Observe que provavelmente todas ou a maioria das estratégias de motivação estavam presentes. Se você pode fazer aquilo, não é possível que você possa fazer isso? Há apenas uma maneira de descobrir, não é?
Quão importante é a mudança para você? Se ela não estiver frequentemente na tela do seu radar, talvez você realmente não se importe o suficiente com ela para fazer a mudança. Por que mudar esse hábito é importante para você? E por que é importante isso?
Que tipo de pessoa acredita que vale a pena insistir nessa mudança que você deseja? É esse o tipo de pessoa que você deseja ser? De que modo você já é assim?
Não fuja!!!
É importante que você reflita sobre essas questões... Tenha coragem.... Comece pela primeira pergunta... Tudo na vida precisa ter um inicio.

Cuidado com os Milagres!!!  Instantâneos
Curas milagrosas não são motivação
Uma verdadeira mudança de comportamento é possível quando você tem as estratégias para iniciar e mantiver a sua motivação, quando você consegue ver o que quer, ter colocado o novo comportamento dentro de um ritual que você já faz, a crença de que é possível, valorizar o novo comportamento e pensar que você é do tipo de pessoa que faz isso.
Não é de se admirar que curas milagrosas não durem.

Aqui!!!

6º Princípio - Comportamento

O comportamento dos filhos afeta os pais e o comportamento dos pais afeta os filhos. Existem muitos instrumentos de destruição que são usados pelos pais: indignação expressa em voz estridente, as acusações irresponsáveis, repreensões, lágrimas, histeria, orgulho, ... todas armas mortíferas que matam o amor e o respeito, destruindo também, quem as utiliza. É preciso manter-se equilibrado, ser sóbrio para exigir sobriedade, e assim, como dono de sua casa, conduzir sua própria família no rumo certo.  

Guia de Estudo

Princípios

Para um Melhor Aproveitamento Estudo

6-Princípio Semana 1 Auto-questionamento na 1ª Semana onde o enfoque é O INDIVÍDUO - EU"

Na vivência do 1ª ao 5ª princípio aprendi a usá-los para avaliar meus comportamentos?
Verificar meu comportamento, real e atual, adequados e os inadequados, procurar citá-los.


Semana 2

Semana 3

Semana 4

Semana 5

5º Princípio - Culpa

 

 Culpado!                                                                                                          Responsável








A culpa torna as pessoas indefesas, paralisa e impede toda forma de ação. Para resolver um problema, uma situação inaceitável é preciso libertar-se de qualquer tipo de emoção negativa. Fazendo sua parte do modo mais completo possível, consciente de ter cumprido o seu papel... E sem nenhum sentimento de culpa, auto-piedade ou raiva estar livre para agir e deixar os filhos sofrerem as conseqüências de seu próprio comportamento

4º Princípio - Pais e filhos não são iguais




Os pais precisam ser pais para que os filhos possam ser filhos. Pai é guia, orientador, legislador: deve conduzir o filho, criando regras, que sejam respeitadas e que vão prepará-lo para enfrentar o mundo. Não estamos pregando o autoritarismo. Falamos de autoridade de adultos coerentes, competentes, que querem o melhor para o desenvolvimento completo da personalidade do filho. Estamos tratando da disciplina ministrada por pais que dirigem o lar com firmeza e sabedoria, buscando proteger e orientar o filho, alicerçados em valores éticos e morais nos quais acreditam.

3º Princípio - Os recursos são limitados




Avalie e conheça seus próprios limites físicos, emocionais e econômicos. Aprenda a dizer não. Ensine o respeito aos próprios limites. O amor, a maturidade e a disposição dos pais vence a rebeldia dos filhos. Lembre-se, educar bem os filhos é tirar de dentro deles o melhor que têm a oferecer. É fazê-los entender deveres e responsabilidades, levando em conta que eles aprendem facilmente a obter direitos e vantagens.

2º Princípio - Os pais também são gente

 



Os pais são humanos e são apenas pais. Não são super-heróis nem se tornam perfeitos ao se tornarem pais. Devem assumir tranqüilamente suas limitações, suas fraquezas, conscientes de que em sua função de pais com sua experiência, vivência e amor por seus filhos, são insubstituíveis.