CULPA



Definição de culpa – Conduta negligente ou imprudente, sem propósito de lesar, mas a qual gera dano ou ofensa

Responsabilidade por ação ou por omissão prejudicial.

Este é o principio que observamos os nossos sentimentos de culpa, porquê:

1)Construímos uma expectativa “em função de outra pessoa”;

2)Confiamos no outro (principalmente quando o outro é nosso filho, portanto confiamos em nosso modo de conduzir a sua educação)

– ninguém com comportamento normal cria seus filhos sabendo que vai errar

3)Fomos traídos !!!! (o sentimento de ter sido enganado

– ou de ter se enganado
– sentimento de frustração, com o outro e consigo mesmo),

4)Percebemos que todo nosso empenho na educação de nossos filhos não surtiu o efeito positivo que esperávamos.

- A censura ou acusação nos mantém cegos, com a ilusão de que conhecemos a causa do problema, e que não pode ser feito nada de concreto ou produtivo.

Culpar é uma das melhores maneiras de não resolver problema algum.

- Com a responsabilidade pelo mau comportamento do filho, os pais hoje são acusados de os deixarem ser criados agindo à próprio sorte.

- é possível que alguns pais também acusem:

• Os policiais, por não fazerem cumprir a lei,  Censuram os professores, por não imporem disciplinas, nas escolas.

• os juizes, por concederem liberdade a qualquer criminoso,

• os psiquiatras, por manterem os pacientes em tratamento prolongado e caro,

• os traficantes, por seduzirem os adolescentes,

• aos políticos, por todos eles se deixarem subornar.

• Os alimentos, com altos teores de açúcar, por causarem hiperatividade;

• o movimento feminista, por levar as mães a abandonar seus lares;

• a televisão e o cinema por propagarem a imoralidade e a violência,
• o divórcio,
• o ateísmo,
• os direitos dos filhos (ECA), e assim por diante.

Todos os seres humanos cometem erros, portando é inútil a censura que costumam voltar contra si e contra os outros.

Sem dúvida, assumir a responsabilidade pelos seus problemas e tentar corrigi-los pensando no futuro, deixando de insistir no passado possívelmente seja um bom início.

cérebro e corpo

O que a maconha REALMENTE faz com seu cérebro e corpo
O que a maconha faz para nossos cérebros no primeiro par de horas
A cannabis contém pelo menos 60 tipos de canabinóides, compostos químicos que agem sobre os receptores em todo o nosso cérebro. O THC, ou tetrahidrocanabinol, é o produto químico responsável pela maior parte dos efeitos da erva. .

Há, ainda, outras maneiras de como maconha interage com o nosso cérebro, por exemplo, prejudicando nossa capacidade de formar novas memórias e causando a clássica “larica” – a fome avassaladora que vem depois de um “baseado”.

Os efeitos dependem da dose utilizada, bem como de quão potente é a preparação (a maconha comum contém de 2 a 5% de THC, enquanto a ganja pode conter até 15% de THC e o óleo de haxixe entre 15 e 60% de THC). Em altas doses – e se você não tomar cuidados ao consumi-la a maconha pode produzir estados alucinatórios.

Tal como acontece com outras drogas, os efeitos da maconha variam até ataques de pânico, a maconha poderia agravar seus sintomas .

O uso  de maconha
O uso pesado de maconha, no entanto, tem sido associado a um aumento da probabilidade de problemas respiratórios, desenvolvimento de esquizofrenia (alguns estudos sugerem que uma predisposição genética pode estar envolvida nestes casos) e, para os adolescentes que estão aumentando o uso de maconha, mais dificuldade de se ajustar à sociedade.

A maconha é mais perigosa para os adolescentes
As chances de se viciar em maconha aumentam se você é um usuário diário ou se o hábito começou quando você era adolescente. De acordo com o Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos EUA, o vício da maconha sobe cerca de 17% em quem começar a usar nesta época e cerca de 25 a 50% entre os usuários diários.

“A maconha pode causar mudanças no cérebro que atrapalham o aprendizado, especialmente em adolescentes, já que seus cérebros ainda não terminaram de se desenvolver”, explica Damon Raskin, médico internista e diplomata do Conselho Americano de Medicina do Vício. 

“Os cérebros não estão totalmente desenvolvidos até a idade de 25 ou 26 anos. O uso crônico da maconha pode levar a alterações nas habilidades de personalidade, julgamento e raciocínio”.

Ainda de acordo com ele, a maconha nessa fase causa danos no coração e pulmões, aumenta a incidência de ansiedade, depressão e esquizofrenia, e pode desencadear episódios psicóticos agudos. 

“Grande parte da maconha disponível hoje é mais potente do que era no passado, de modo que existe potencial para que ela tenha efeitos deletérios mais intensos sobre o usuário”, conta Raskin.