Princípios do Amor Exigente

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Teste de Codependência

Teste para descobrir se sou um Codependente ou Dependente Afetivo:
(Baseado e adaptado do livro: Codependência nunca mais - de Melody Beattie)

Existem padrões bastante diferentes de Dependência do Vínculo ou Codependência. Portanto, não é necessário responder sim a todas as questões para se ter este transtorno. Se houve mais do que 5 respostas afirmativas às perguntas da primeira parte do questionário e mais do que 5 da segunda parte, é muito provável o diagnóstico de Codependência. Vale a pena buscar um profissional especializado para fazer um diagnóstico adequado.

Instruções:

    Responda e anote, à parte:
        SIM - ( muitas ou algumas vezes )
        NÃO - ( nunca ou geralmente não )
    Busque ser o mais sincero(a) possível.
    Parte 1. Enquanto responde, pense num relacionamento afetivo importante que vive e que considera estressante e sofrido ou em outros também doloridos que viveu anteriormente.



Neste relacionamento:

    Coloco-o(a) no centro da minha vida, isto é, vivo muito em função dele(a) ?

    Quando me comunico com ele(a), meço as palavras, isto é, vivo pisando em ovos? Sinto medo de dizer o que realmente penso e sinto, porque imagino que a reação dele(a) será agressiva?

    Tomo decisões que me desagradam, por exemplo, deixo de fazer coisas que gostaria, só para não desagradar e para evitar conflitos com ele(a)?

    Acredito que seja normal amor e sofrimento caminharem juntos?

    Continuo (ou continuei por um tempo excessivo) tolerando abusos ou agressões dele(a) para não ser rejeitada ou perdê-lo?

    Pra melhorar este relacionamento, tento mudá-lo(a) através de conselhos, coações, ameaças, manipulações, tentando assegurar que as coisas aconteçam da maneira que acho correta?

    E quando faço isto ou tento dar limites, gero discussões muito desgastantes que não chegam a lugar algum?

    Sinto-me bravo(a) ou frustrado(a) comigo mesmo(a) porque não consigo dar os limites que gostaria pra ele(a)?

    Sinto-me bravo(a) ou frustrado(a) porque não consigo resolver de vez esta situação?

    Em alguns momentos, percebo-me tolerante demais com ele(a) e em outros, no extremo da intolerância?
Costumo mentir ou esconder o comportamento dele(a) para os outros ou dou desculpas quando estes comportamentos são vistos ou descobertos?

Sinto-me responsável por ele(a), pelos seus sentimentos, ou pensamentos, ou necessidades, ou ações, ou escolhas, ou vontades, ou bem-estar, ou mal-estar ou destino?

Em geral, tendo a cuidar muito mais dele(a) ou de outras pessoas do que do meu próprio bem-estar?

E quando ele(a) ou esta(s) pessoa(s) não faz(em) o mesmo por mim, fico ressentida(o)?

Sinto-me frequentemente ansioso(a), ou desgastado(a), ou culpado(a), ou deprimido(a) por causa deste relacionamento?

Vivo ajudando-o(a), mesmo quando ele(a) não pede ajuda?

Se um(a) amigo(a) me convida para sair e o(a) companheiro(a) também, não hesito em dizer não para o(a) amigo(a) para ficar com ele(a)?

Ansiosamente, fico um tempão esperando a ligação, SMS ou o email dele(a)?

Quando comecei este relacionamento, deixei o(as) amigo(as) de lado?

Quando algo dá errado, tendo a colocar a culpa nele(a)?
Sinto necessidade de salvá-lo(a) quando ele(a) está numa situação difícil?

Sinto-me usado(a), magoado(a) ou até mesmo lesado(a) frequentemente por ele(a)? Ou seja, percebo um forte desequilíbrio entre dar e receber nesta relação?

A comunicação com ele(a) é muito difícil ou quase inexistente?

Decido que não vou me comportar mais de certo jeito com ele(a), mas me sinto compelido(a) e, quando vejo, já fiz tudo de novo?

Uso o sexo para tentar conquistar ou segurar o(a) parceiro(a)?

Procuro manter-me ocupado(a) o tempo todo para evitar entrar em contato com esta realidade dolorosa?

Quando estou mal com ele(a), todo o restante da minha vida fica ruim e difícil de levar?

Ignoro os meus problemas com ele(a) ou finjo que as circunstâncias não são tão ruins?

Sinto-me aprisionado(a) neste relacionamento?

Sinto vergonha deste relacionamento?
Evito falar sobre os nossos problemas?

Quando estou num relacionamento amoroso, fico prevendo que ele(a) vai me deixar?

Quando inicio um relacionamento amoroso, não aguardo o tempo suficiente para me certificar de que esta pessoa é realmente boa pra mim ou de que eu realmente gosto dela e me afobo em tomar decisões e estreitar a relação logo? Por exemplo, sem muita reflexão, fico noivo(a), dou a chave da minha casa ou passo a dormir muitas noites com esta pessoa?

Depois que percebo que o relacionamento vai mal ou acabou, lembro que havia sinais evidentes que eu não enxerguei ou não valorizei?

Tenho a tendência de repetir relacionamentos destrutivos?

Tenho muito medo de ficar só?

E por este medo, continuo com ele(a) ou só saio de um relacionamento quando encontro outro?

Tenho dificuldade em me divertir, passear e viajar sozinho(a) ou sem ele(a)?

Ele(a) já disse que não quer continuar este relacionamento mas continuo insistindo? (Isto ocorreu ou ocorre?)

Tenho costume de confiar ingenuamente em parceiros(as) de mau caráter?
Neste relacionamento, me conformo em receber muito menos do que eu gostaria?

Depois de ter sido desrespeitado(a) ou agredido(a), aceito qualquer desculpa dele(a) pra reatarmos o relacionamento e depois me arrependo?

Tenho tendência a me apaixonar por pessoas indisponíveis, agressivas, complicadas ou incapazes de amar?

Sinto necessidade de ser útil para ele(a) ou de sentir que ele precisa de mim?

Sinto necessidade freqüente de saber onde ele(a) está e/ou o que está fazendo para (eu) ficar tranqüilo(a)?

Tenho ataques de ira, depressão, culpa ou ressentimento?

Tenho ataques de violência?

Pratico atos irracionais?

Sinto necessidade de freqüentes provas do afeto dele(a)?

Acredito que a minha felicidade depende, em grande parte, de como ele(a) age ou deixa de agir?
Tenho dificuldade de aceitar que ele(a) seja quem é ou deixar as coisas acontecerem naturalmente?

Às situações estressantes, tendo a responder ou de forma passiva ou agressiva, alternando entre estas?

Neste relacionamento, costumo acreditar que as coisas vão melhorar mesmo quando a realidade não mostra sinais consistentes disto?

Quando estou sofrendo, tenho tendência a somatizar ou já tenho doenças psicossomáticas crônicas, em decorrência da minha história afetiva?

Questiono frequentemente se ele(a) me ama?

Nego a mim mesmo(a) a necessidade de pedir ajuda?

Há um bom tempo não tenho objetivos claros e invisto decididamente em outras áreas da minha vida (exceto neste relacionamento)?

Sinto que perdi o rumo ou o controle da minha vida?

Por causa deste relacionamento, já pensei em suicídio?

Acho que já passou da hora de dar um basta e eu não dei?

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