Você pode conhecer o Mundo inteiro e ainda assim não conhecer a si mesmo.
Falar de autoconhecimento não é um jargão sem sentido, é falar de amor próprio, reconhecimento, de interação, olhar-se verdadeiramente.
É preciso estar aberto para entender-se e não apenas julgar-se pelos seus feitos, suas falhas, imperfeições e capacidades, sucessos ou insucessos.
É preciso encarar a vida e ir além do conformismo que aniquila o poder da reflexão diante da vida, é encontrar o tesouro oculto como quem encara a ação de colher a rosa mais bonita, porem repleta de espinhos.
Olhar para si é também estar disposto a encarar verdades a respeito de quem somos de como levamos a própria vida e nossas atitudes perante os desafios impostos pelo nosso cotidiano.
Desde o nascimento somos incentivados a olhar para fora observar esse Mundo de desafios e oportunidades.
Embora com muito menos incentivo a ser conhecido existe um Mundo interior a ser explorado, cheio de oportunidades e beleza, é possível que em razão do grande desafio humano que representa, contudo é uma grande odisseia que no mínimo trará como resultado o autoconhecimento.
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