Um copo é muito um Caminhão é pouco


"..Um copo é muito um caminhão é pouco .."

É uma expressão muito utilizada para explicar a compulsão 

A casos em que são tantas lembranças tristes dessas épocas de festa que é difícil passar por elas sem que a memória se ative.

Festas de final de ano, festas de carnaval, festas de aniversário, festas de casamento, domingo de Páscoa.

 

Lembranças da ausência, do consumo excessivo de substâncias psicoativas, confusão descontentamento, angústia e dor.

 

Quem já teve este problema na família entende que uma das características da compulsão é não reconhecer os limites, o que impede uma convivência harmônica.

 

A cultura de que participar de festas sem o uso de substâncias psicoativas não tem graça, não é festa. Agrava o problema de quem sobre de compulsão, pois nessa época a oferta é grande.

 

Muito embora pessoas que não sofram de algum tipo de compulsão ou que não convivam com pessoas que sofrem disso, percebam essas épocas de festas de forma distinta, mas  é um período de muita preocupação.

Mas reconhecidamente é um período difícil para quem busca uma vida em sobriedade, recordações, incentivos, ofertas, tudo a disposição, basta uma decisão.

 

Precisamos estar mais atentos sobre

as mensagens que passamos no

ambiente familiar,

...que festa sem excesso de

álcool não é festa!

Não tem graça!

Não dá para curtir!

 

Para quem sabe se divertir até uma brincadeira simples vira uma festa!

 

Para quem não sabe qualquer festa vira um problema.

Você Já Viu? 2° princípio do AMOR EXIGENTE


Quando falamos do princípio humanizador propomos colocar a frente o  HUMANO evidenciar o sentido de ser humano.

Nesse princípio falaremos desse Ser que também é pai, que também é mãe, que também é filho(a) e que também é apenas gente.

Tendo essa ideia clara podemos iniciar o nosso estudo e reflexões:

País são apenas Gente e não super Heróis.....

Mas efetivamente o que é ser gente?

Podemos conceitualizar como:

 -> Ser Humano -> Sentimentos

COMPAIXÃO
BENEVOLÊNCIA
SOLIDARIEDADE 
BENÉVOLOBENFAZEJO
BONDOSO
COMPASSIVO
COMPREENSIVO
DESUMANOINUMANO
INCOMPREENSIVO

IMPIEDOSO

Em que época vivemos?
A época do Ser ou a época do Ter?

Quando as pessoas se tornam pais há uma readequação: na postura comportamental, nas atitudes ligadas a preservação da vida, condução, instrução e na busca de propiciar um ambiente favorável ao desenvolvimento físico, mental e espiritual da sua prole, experimenta-se um nível diferente de responsabilidade.

Trata-se de um processo contínuo que pode ter início com a descoberta de uma gestação, ou início de um processo de adoção.

Nesse processo tem-se o impacto das nossas raízes culturais, da sociedade a qual estamos inseridos e fazemos parte, os reflexos sociais, políticos e individuais.

Há cobranças, julgamentos opiniões e indagações e dúvidas de todos os lados, que ao longo do tempo vão nutrindo nossas visões de mundo e de que forma esse processo todo se desenvolve e se desenvolverá.

Naturalmente esse processo (ser pais) passa por diversas etapas e talvez uma das mais impactantes seja o de ter sobre seus cuidados um novo ser que estará sobre sua responsabilidade por muito tempo.

Inúmeras responsabilidades: nutrir, proteção, base, alicerce, justiça, valores, sabedoria, virtudes, apoio.

E não é porque se tornaram pais que as incertezas, os medos, os sucessos e insucessos, as fragilidades as inseguranças deixam de existir, seguem fazendo parte do que realmente somos verdadeiramente.

Embora a sociedade muitas vezes cobre uma mudança radical a ponto de nos fazer crer que ao virar pais as pessoas são tomadas de habilidades super humanas, tornam-se perfeitas.

Muitas vezes essa ideia de super Herói suplanta qualquer concepção do ser humano, é como se desse momento em diante não houvesse mais fraquezas, dificuldades, defeitos, necessidades de aprender, se desenvolver, evoluir.

Resultando numa postura onde Ignoram-se os limites: físicos, emocionais, financeiros, da mente e do espírito.

Esse princípio enfatiza o entendimento e torna possível reconhecer que pais são apenas gente e não se tornam super heróis ao se tornarem pais.

É natural que a criança diante da fantasia incentivada pela admiração pelos pais correlacionarem e terem os pais como super heróis, no entanto quando o posicionamento dos pais extrapola a fantasia tornando essa visão fantasiosa como uma verdade.

Acaba por colocar um fardo nas costas dos pais que para tornar real essa visão passa a não reconhecer os próprios limites e dificuldades.

Humanizador:

Quando propomos evidenciar o sentido humano do “Ser Gente” estamos falando de uma pessoa com qualidades e defeitos, inquietudes, dúvidas, indagações inerentes ao ser humano, entendemos que nele existe uma imensa capacidade de evoluir, aprender com os erros, motivar-se com os acertos e que mesmo diante das imperfeições buscar ser melhor a cada oportunidade dada pela vida, onde as adversidades passam a ser molas propulsoras de um fortalecimento na busca de uma vida melhor.

Pais são apenas Gente.

 


Você Já Viu? 2° princípio do AMOR EXIGENTE.


Quando falamos do princípio humanizador propomos colocar a frente o  HUMANO evidenciar o sentido de ser humano.

Nesse princípio falaremos desse Ser que também é pai, que também é mãe, que também é filho(a) e que também é apenas gente.

Tendo essa ideia clara podemos iniciar o nosso estudo e reflexões:

País são apenas Gente e não super Heróis.....

Mas efetivamente o que é ser gente?

Podemos conceitualizar como:

Pessoa -> Ser Humano -> Sentimentos

COMPAIXÃO
BENEVOLÊNCIA
SOLIDARIEDADE 
BENÉVOLO
BENFAZEJO
BONDOSO
COMPASSIVO
COMPREENSIVO
DESUMANO
INUMANO
INCOMPREENSIVO

IMPIEDOSO

Em que época vivemos?
A época do Ser ou a época do Ter?

Quando as pessoas se tornam pais há uma readequação: na postura comportamental, nas atitudes ligadas a preservação da vida, condução, instrução e na busca de propiciar um ambiente favorável ao desenvolvimento físico, mental e espiritual da sua prole, experimenta-se um nível diferente de responsabilidade.

Trata-se de um processo contínuo que pode ter início com a descoberta de uma gestação, ou início de um processo de adoção.

Nesse processo tem-se o impacto das nossas raízes culturais, da sociedade a qual estamos inseridos e fazemos parte, os reflexos sociais, políticos e individuais.

Há cobranças, julgamentos opiniões e indagações e dúvidas de todos os lados, que ao longo do tempo vão nutrindo nossas visões de mundo e de que forma esse processo todo se desenvolve e se desenvolverá.

Naturalmente esse processo (ser pais) passa por diversas etapas e talvez uma das mais impactantes seja o de ter sobre seus cuidados um novo ser que estará sobre sua responsabilidade por muito tempo.

Inúmeras responsabilidades: nutrir, proteção, base, alicerce, justiça, valores, sabedoria, virtudes, apoio.

E não é porque se tornaram pais que as incertezas, os medos, os sucessos e insucessos, as fragilidades as inseguranças deixam de existir, seguem fazendo parte do que realmente somos verdadeiramente.

Embora a sociedade muitas vezes cobre uma mudança radical a ponto de nos fazer crer que ao virar pais as pessoas são tomadas de habilidades super humanas, tornam-se perfeitas.

Muitas vezes essa ideia de super Herói suplanta qualquer concepção do ser humano, é como se desse momento em diante não houvesse mais fraquezas, dificuldades, defeitos, necessidades de aprender, se desenvolver, evoluir.

Resultando numa postura onde Ignoram-se os limites: físicos, emocionais, financeiros, da mente e do espírito.

Esse princípio enfatiza o entendimento e torna possível reconhecer que pais são apenas gente e não se tornam super heróis ao se tornarem pais.

É natural que a criança diante da fantasia incentivada pela admiração pelos pais correlacionarem e terem os pais como super heróis, no entanto quando o posicionamento dos pais extrapola a fantasia tornando essa visão fantasiosa como uma verdade.

Acaba por colocar um fardo nas costas dos pais que para tornar real essa visão passa a não reconhecer os próprios limites e dificuldades.

Humanizador:

Quando propomos evidenciar o sentido humano do “Ser Gente” estamos falando de uma pessoa com qualidades e defeitos, inquietudes, dúvidas, indagações inerentes ao ser humano, entendemos que nele existe uma imensa capacidade de evoluir, aprender com os erros, motivar-se com os acertos e que mesmo diante das imperfeições buscar ser melhor a cada oportunidade dada pela vida, onde as adversidades passam a ser molas propulsoras de um fortalecimento na busca de uma vida melhor.

Pais são apenas Gente.

 


Desligamento Emocional

 
Desligamento Emocional

Por onde começar?

Quando entendemos que somos Humanos e partindo desse entendimento e consciência, não somos um equipamento eletrônico onde temos um interruptor de liga e desliga.

Temos sentimentos envolvimento emocional, nossas relações e a forma como foram ou são construídas, os laços afetivos, enfim são enumeras variantes que vão além de um simples desligar e ligar.

Quando falamos de desligamento emocional estamos falando de objetividade de encarar a realidade da forma como ela se apresenta.

E através desse olhar objetivo sermos capazes de tomar decisões sem sermos tomados pelas emoções conflitantes que impedem ver a realidade como ela é apresentada.

Mas como conseguir chegar até esse ponto onde a emoção já não dita nossas atitudes comportamentos e decisões?

E possível que uma bom começo seja entender melhor o nosso funcionamento diante das interperies da vida.

Como as situações de conflito de stress impactam no meu corpo, no meu estado mental, espiritual.

Quando estou vibrando de forma positiva com a vida que estou levando os acontecimentos negativos me tocam de que forma? Qual minha reação?

Identificar se há alguma carência emocional e como essas carências impactam e contribuem para que não haja o desligamento emocional.

Você percebe alguma necessidade de controlar o outro?

Você acredita que o futuro está em suas mãos? Que o outro não tem condições de trilhar o próprio caminho sem que você esteja com as rédeas?

Você acredita o desligamento emocional  é uma forma de desamor?

Você acredita que desligamento emocional é não se importar com a Vida do outro?

Você acredita que o desligamento emocional tornam as pessoas feias egoístas e desumanas?

Você acredita que o desligamento emocional trás medo fraqueza falta de iniciativa?

Enfim é possível que a busca pelo desligamento emocional esteja ligada ao autoconhecimento, já que entendemos que não é deixar de se importar com a outra pessoa, mas efetivamente trata-se de uma decisão consciente que busca sobretudo deixar de ser dependente de outra.


Quais são os impactos do preconceito na vida dos dependentes?

 * O preconceito muitas vezes atrasa a ação a busca por ajuda e contribui para a negação, discrimina.


Por que ainda há preconceito contra dependente químico?

Considerações:

A falta de informação;

A desigualdade entre classes, histórico de problemas raciais;

O preconceito dificulta o entendimento de que a  droga é um caso de saúde pública e que políticas públicas eficientes teriam muito mais efeitos positivos do que a truculência policial ou o desprezo da sociedade;

Raízes de um preconceito:

 É preciso entender que a dependência química é uma doença crônica e sem cura, mas com possibilidade de tratamento. 

O Estado, quase sempre com políticas falhas, violentas e muitas vezes impróprias, especialmente nas áreas mais pobres e sobretudo com tratamento preconceituoso.

Infelizmente o preconceito leva muitos desses jovens para a cadeia sem direito a penas alternativas que possibiltariam um contato mais positivo com a recuperação em grupos ou tratamentos específicos.

Enfim, o preconceito contra dependente químico ainda é uma realidade e cabe a todos nós compreendermos que temos um papel fundamental na sociedade e em nossas famílias utilizando a informação e o conhecimento para vencer o preconceito.

A sociedade precisa de um novo olhar?

Faces de um preconceito, a dor de quem sofre.