O amor vem antes mas fica, exatamente, no mesmo nível de importância da Exigência, da Disciplina. Codependência: "Ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento"
E o que é AMOR EXIGENTE???
ESPIRITUALIDADE
Dados
Entre maio e outubro de 2015, pesquisadores entrevistaram cerca de 17 mil pessoas com idades entre 12 e 65 anos, em todo o Brasil, com o objetivo de estimar e avaliar os parâmetros epidemiológicos do uso de drogas. O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira foi coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e contou com a parceria de várias outras instituições, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Universidade de Princeton, nos EUA.
Risco de morte
A percepção do brasileiro quanto às drogas atrela mais risco ao uso do crack do que ao álcool: 44,5% acham que o primeiro é a droga associada ao maior número de mortes no país, enquanto apenas 26,7% colocariam o álcool no topo do ranking. “Mas os principais estudos sobre o tema, como a pesquisa de cargas de doenças da Organização Mundial de Saúde, não deixam dúvidas: o álcool é a substância mais associada, direta ou indiretamente, a danos à saúde que levam à morte”, pondera Bastos. “Tanto o álcool quanto o crack, porém, representam grandes desafios à saúde pública. Os jovens brasileiros estão consumindo drogas com mais potencial de provocar danos e riscos, como o próprio crack. Além disso, há uma tendência ao poliuso [uso simultâneo de drogas diferentes]. Por isso é tão importante atualizar os dados epidemiológicos disponíveis no país, para responder às perguntas de um tema como o consumo de drogas, que se torna ainda mais complexo num país tão heterogêneo quanto o Brasil”, completa.
O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira teve sua origem numa concorrência pública lançada em 2014 pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Álcool
Grande parte dos dados considerados mais alarmantes com relação aos padrões de uso de drogas no Brasil não estão relacionados porém às substâncias ilícitas, e sim ao álcool. Mais da metade da população brasileira de 12 a 65 anos declarou ter consumido bebida alcóolica alguma vez na vida. Cerca de 46 milhões (30,1%) informaram ter consumido pelo menos uma dose nos 30 dias anteriores. E aproximadamente 2,3 milhões de pessoas apresentaram critérios para dependência de álcool nos 12 meses anteriores à pesquisa.
A relação entre álcool e diferentes formas de violência também foi abordada pelo 3° Levantamento, apresentando um panorama contundente. Aproximadamente 14% dos homens brasileiros de 12 a 65 anos dirigiram após consumir bebida alcoólica, nos 12 meses anteriores à entrevista. Já entre as mulheres esta estimativa foi de 1,8%. A percentagem de pessoas que estiveram envolvidos em acidentes de trânsito enquanto estavam sob o efeito de álcool foi de 0,7%.
Cerca de 4,4 milhões de pessoas reportaram ter discutido com alguém sob efeito de álcool nos 12 meses anteriores à entrevista, sendo que destes 2,9 milhões eram homens e 1,5 milhões, mulheres. A prevalência de ter reportado que “destruiu ou quebrou algo que não era seu” sob efeito de álcool também foi estaticamente significativa e maior entre homens do que entre mulheres (1,1% e 0,3%, respectivamente).
Medicamentos sem prescrição
Outro dado destacado pelos pesquisadores diz respeito ao uso dos analgésicos opiáceos e dos tranquilizantes benzodiazepínicos. Nos 30 dias anteriores à pesquisa eles foram consumidos de forma não prescrita, ou de modo diferente àquele recomendado pela prescrição médica, por nada menos que 0,6% e 0,4% da população brasileira, respectivamente. “É um número que revela um padrão muito preocupante, e que faz lembrar o problema norte-americano de uma década atrás, em termos de classe de substâncias”, alerta o coordenador do levantamento.
Com relação às drogas lícitas, uma boa notícia: o consumo do tabaco parece estar diminuindo. “Outras pesquisas têm mostrado que há um declínio com relação ao uso do cigarro convencional. Por outro lado, têm chamado atenção para formas emergentes de fumo, com a ascensão de aparatos como cigarros eletrônicos e narguilés”, argumenta Bastos. Ainda assim, cerca de um terço (33,5%) dos brasileiros declarou ter fumado cigarro industrializado pelo menos uma vez na vida. E, nos 30 dias anteriores à pesquisa, foram 13,6%, o que corresponde a 20,8 milhões de pessoas.
Consumo em dados – Segundo o Relatório, a porcentagem de Δ9-THC — o principal componente psicoativo da cannabis — aumentou de cerca de 6% para mais de 11% na Europa, entre 2002 e 2019, e cerca de 4% para 16% nos Estados Unidos, entre 1995-2019, enquanto a porcentagem de adolescentes que perceberam a cannabis como prejudicial caiu 40% nos Estados Unidos e 25% na Europa.
Além disso, em pesquisas com profissionais de saúde em 77 países, 42% afirmaram que o uso da cannabis aumentou durante a pandemia. Um aumento no uso não medicinal de drogas farmacêuticas também foi observado no mesmo período.
Embasamento científico – Entre 2010 e 2019, o número de pessoas que usam drogas aumentou 22%, em parte devido ao crescimento da população mundial. Com base apenas nas mudanças demográficas, as projeções atuais sugerem um aumento de 11% no número de pessoas que usam.
ENTÃO...
É com essa frase que dou inicio a essa elucubração,
ainda ontem.
aquela sensação de busca solitaria,
aquela inquietude de não saber bem por qual caminho seguir,
aquele desconforto da ação de quem reage, mas nao age!
aquela incerteza que beira a desconfiança em si e em tantos outros..
aquela falta de conhecimento que se traduz em duvida e insegurança
aquele sentimento de frustração,
aquele sentimento de negação,
aquele sentimento de incapacidade,
aquela ilusão de que posso mudar o outro sobretudo na forma imperativa de ser
aquela falta de um elo espiritual que torna possivel a conexão com uma força superior.
aquele desespero diante de situações de dificil compreensão/aceitação,
aquela culpa que paralisa e condena ao nada fazer..
aquele medo que subjuga que assimila a manipulação
aquela procuração que terceiriza a propria responsabilidade
aquela vida tomada pela visão negativa que torna um brilho cinza no olhar.
ainda ontem não sabia que podia encontrar pessoas que me ajudariam a esculpir
peças (sentimentos/atitudes/comportamentos) que contribuirão para minha firmeza
nesse processo de aprimoramento humano (tear) .
Quando fazemos parte de um grupo de apoio mutuo somos peças importantes é através da nossa participação que conseguimos manter firme o nosso tear, a nossa busca por uma qualidade de vida.
Fácil Extremamente Fácil
Fácil extremamente fácil
Fácil é ignorar a necessidade de mover-se em direção de...
Quando temos plena capacidade motora ...
Difícil é a aceitação dessa impossibilidade quando tudo que se quer é tê-la .
Fácil é ignorar o aceno de quem pede atenção quando sua presença é ignorada ...
Difícil é a aceitação do aceno que só encontra a ausência de quem não se faz presente mais .
Fácil é viver o ”mais ou menos” quando se crê no tempo que não tem fim...
Difícil é reconhecer a finitude do Tempo... que não retrocede... só avança...
Fácil é estar presente não estando presente quando todos estão a sua volta...
Difícil é buscar a presença de quem vive apenas na lembrança de tempos que não voltam mais...
Fácil é calar a fala diante de tantas possibilidades de expressar sentimentos, emoções e opiniões...
Difícil é suportar a impossibilidade de emitir sons que se traduzem em palavras que só podem ser ditas por nós mesmos...
Fácil é esconder-se no medo de Ser...
Difícil é reconhecer a vida que vivemos diante de escolhas feitas por nós mesmos...
A graça de um novo despertar está na possibilidade de reconhecer o presente, como uma criança que recebe o presente mais querido...
O nosso presente é o que temos de mais concreto, já que é nele que tudo acontece, há o passado é só parte do que já vivemos ou vivenciamos, é parte do que somos, mas não o que somos, porque o tempo não para.
É no aprendizado, no desenvolvimento humano espiritual que vislumbramos o Ser.
O futuro é o presente que ainda não aconteceu, mas se apresenta a cada instante da Vida, transmutando a incerteza em concretização, Vida.
Portanto aprecie o presente com toda sua possibilidade de vivenciar momentos que são únicos, diante de uma existência construída de momentos, o tempo avança para um futuro que rogamos poder presentear-nos.
Acolha a vida como a dádiva, mais querida e apreciada, o melhor presente, porque ela é tudo .
Início o despertar de cada dia;
Meio o vivenciar momentos de forma plena;
Fim a cada adormecer a possibilidade de um novo renascer/despertar, Início.
